Aí eu choro

Uma amiga da minha mãe, que mora nos EUA há 10 anos, tá por aqui. Por aqui mesmo, ali no outro quarto, roubando a cama da paçoca (liga não, Leiloca, a gente te ama!). Daí que, depois de ela contar como o básico pra uma vida decente é garantido por lá, a gente estava discutindo sobre como aqui no Brasil o negócio é armar um barraco pra fazer valer os seus próprios direitos.
Quando eu era criança, costumava ter vergonha de quando a minha mãe erguia a voz. Eu não entendia por que ela não podia simplesmente esperar, quieta, como todos, sem chamar atenção de todo mundo pra gente (logo eu, que dançava em cima da mesa da professora, mas ok).
Fui entender quando tinha uns 14 anos. Não tínhamos convênio, e aguardávamos na fila do SUS, pra falar com o psiquiatra (eu, Mirian Bottan, 14 anos, bulímica - dava filme). Esperávamos por volta de duas horas, quando uma senhorinha de uns 70 anos levanta e vai até o atendente perguntar se ia demorar pra chegar a sua vez. O cara simplesmente gritou com ela, mandando sentar e esperar, enquanto a pobrezinha já chorava de dor.
Eu teria repetido sílaba por sílaba tudo o que a minha mãe disse, indignada, praquele pedaço de bosta que era o cara.
Ou uma outra vez, num hospital infantil, onde uma menininha andava pra lá e pra cá com parte do intestino pra fora (!), e quando as enfermeiras disseram que não podiam dar prioridade à menina, pois os outros pacientes poderiam se irritar, ela levantou e perguntou se alguém ali se incomodaria em ceder a vez. Óbvio que não.
Enfim, eu admiro muito quem, como ela, tem essa coragem de cobrar os seus direitos, e até os dos outros. Porque eu, apesar de ter muita força de vontade pra coisa, não aguento pressão. E depois de uns cinco minutos de pose e fala firme, eu geralmente… choro.
Sério, é patético.
Numa briga, eu começo falando alto e parecendo um poodle raivoso. Se eu não começar a chorar no meio, assim que acaba, eu procuro o canto isolado mais próximo.
Essa semana, comprei um notebook. Fiquei a noite toda configurando o bicho, instalando todos os programinhas e transferindo arquivos. No outro dia, pela manhã, o treco não ligava. Levei de volta pra loja, sangue nozóio, praguejando contra Deus e o mundo, dizendo que não voltava pra casa sem ele. Pois voltei.
No outro dia, quando fui buscar o pepino que deveria estar resolvido, o mesmo discurso: “Não quero saber, mano!”. Quando o cara me disse que eu teria que esperar até o outro dia (longa história), eu me preparava pra pular o balcão e estrangular o mancebo, mas não deu tempo, no segundo seguinte tive que respirar fundo pras lágrimas voltarem. Saí correndo da loja e fui chorar no banheiro. Depois no estacionamento. Depois até chegar em casa.
Mas o mais bonito foi no dia da festa do meu aniversário, que aconteceu em sampa. Todos os hotéis estavam lotados por causa da corrida, e eu já estava desistindo, quando surge uma vaga, de última hora, e num hotel meia boca. Fizemos a reserva, eu e a paçoca, e partimos, no sábado à tarde.
Chegando no hotel, de mala e cuia, e empolgadinhas:
-Oi moço, a gente tem reserva.
-?
Medo.
-Não moça, não tem nenhuma reserva nesse nome.
Faltava menos de três horas pra festa, e não havia possibilidade de hotel na região. Eu virei um monstro. Eu não queria saber, não ia sair dali até me arrumarem um quarto, porque aquilo era um absurdo, uma falta de respeito, de profissionalismo, blablablablous.
Meia hora nessa, e nada. O tempo passando.
E bla bla bla whiskas sachê, eu vou processar isso aqui, onde está o gerente, e eu não quero saber, e qual é seu nome, e vai.
E nada.
Eu já estava no meu limite, ok. Desabei a chorar. Expliquei a história pra camareira, pro porteiro, pro atendente, era a minha festa de aniversário, oh, me socorram.
Aí rolou uma comoção. A mulher começou a ligar pra tudo que era hotel, tentando achar vaga. Em vão, eu havia feito aquilo a semana toda.
No fim, acabou surgindo um quarto, de uns africanos que não queriam dormir juntinhos numa cama de casal. Aí pegamos o bicho. Chegando lá, não tinha água. Voltou vinte minutos depois, gelada, trincando. Ao entrar no banho, a Maira soltou três palavras que descreveram perfeitamente a sensação:
-AI MINHA ALMA!
Conseguimos ir pra festa, voltar e ter um teto, e uma cama (dura) pra dormir. No outro dia, pela manhã, encontramos com uma hóspede que havia presenciado o drama na recepção:
-Deu tudo certo, não é? Que bom! Porque ontem eu fiquei com dó e acabei saindo daqui e indo procurar um quarto pra vocês.
-Caramba, não precisava! Mas aposto que não encontrou, estava tudo lotado.
-Que é isso menina, precisava sim! E eu até acabei encontrando, mas quando voltei, vocês já haviam subido.
-Encontrou!?
-Sim, no Ibis. Mas felizmente já estava tudo certo por aqui.
Eu parei, fazendo uma retrospectiva mental da noite anterior. Na verdade eu só precisava lembrar do banho. Fingi uma satisfação, de leve.
-Pois é. Felizmente.
É, mãe, reivindicar não é pra todos. Eu vou é entrar num curso de teatro.











EU RI… hahaha
desgraça alheia eh legal…
mas voce ta viva, pensa pelo lado bom
Não poderia ter sido pior hein…mas pelo menos deu tudo certo no final…felizmente.
Sempre me divirto com suas aventuras.
O grande problema é quando reivindicar vira vício e vc começa a querr reivindicar tudo e aos trancos e barrancos. Pode ser prejudicial..eu sei, pq eu sou estilo vc, quieto, não curto discutir, mas alguns membros da minha familia honram muito bem o sangue italiano e meu Deus, gerlamente fico com vergonha, pq muitas vezes ainda há alternativas(melhores ou piores, mas há) antes de querer reivindicar.
Bom texto, sinceramente sou parecido com vc, mas to feliz em continuar deste jeito, ainda existem vantagens em ser, como posso dizer, pacificador em horas de extrema tensão..hehehe
abraçso.
Desgraça pouca é bobagem em?
eu também rachei de rir..mas só porque essas coisas sempre acontecem comigo.
=D
Eu tive minha carreira profissional de músico truncada por ter o hábito de lutar pelo que é certo, pelo que direito.
Fiquei marcado num meio elitista, hipócirta, interesseiro… pobre, apesar da grana… desses artistas que se acham melhores que os seres convencionais… nos anos 80 e 90, no BOOOOM do dito sertanejo… achei que valeria a pena ganhar um troco com os caras…
Não valeu. Quase duas décadas… e não valeu…
Tudo bem, sigo vivendo… não morri, ainda, e venho realizando coisas…
Mas uma coisa ninguém tira de mim: Meu poder de pentelhação, quando implico com algo… digamos… injusto.
Pena que somos uma imensa minoria… por exemplo… se nosso povo fosse sacudo, o Brasil não seria esse poço de pilantragem política, teria formas de incentivo real ao empreendedorismo, menos burocracia e menos impostos… que neste momento dito de crise mundial, nos tornaria uma opção segura para investidores… enquanto Europa e EUA despencam, estaríamos contando dólares e euros, crescendo verdadeiramente…
MAs o povo não grita… não entende… e aceita tudo de cabeça baixa… e viva o futebol…
vim do teu twitter checkar isso e gostei de ler.
;-D
***
escrevi um comentário enorme e depois desisti de colocá-lo em público. depois te escrevo um email.
bj
Rô
;-*
É eu entendo bem essa de revindicar as coisas… não caio no choro (até que pq não ia pegar bem, hehehe) mas faço de tudo pra não precisar entrar em briga. E no aniversário da gente é mesmo desolador!
Bola pra frente e faz o tal cursinho de teatro.
Conta tudo pra sua mãe, Mirian!
Se freud naum explicou… eu explico… o negocio que voce eh mto bonita…. e kem aguenta ver uma mulher bonita chorando… entaum qdo vc era criança vc chorava….como todas crianças… porem logo era atendida… e ai seu cerebro pegou a manha… como todas crianças… sao mimadas…
Porem com o passar do tempo… essa tatica vai perdendo força, pois criança chorando e fazendo birra eh uma coisa… uma pre-adolescente eh outra… isso acontece com todos… mas naum com vc! Pq vc jah devia ser uma gracinha… deve ter sido durante toda a vida…. e continua! Ou seja, quem deixaria alguem maltratar alguem como vc?!? Eu matariaaaa esse vendedor do notebook kkkkkkkkkkkk
Mas parando com a palhacada… acho que o Brasil ninguem cobra mto seus direitos pq a justiça eh lenta… e as vezes um processo pode demorar anos… se fosse pa-pum todo mundo ia processar tdo mundo… e logo ninguem ia desrespeitar o direito alheio!
Eu já estive no lado de opressor (chefe) e oprimido (q se fode mesmo, seja empregado, cliente insatisfeito, paciente não-antendido) e sei que realmente quem não chora não mama. É um saco para quem tá na chefia ouvir alguém sem base nenhuma falar “quer meus direitu”, mas na maioria dos casos estão reclamando por um motivo. Só não pode fazer disso o profissionalismo, aí vc deixa de ser o “justiceiro” para ser o “sem noção” mesmo.
Agora que o cara chato sempre é o primeiro a ser atendido é… todo mundo quer se livrar do pentelho rapidinho hehehehehe
Pois é… eu tinha dificuldade em “exigir” dessa forma, até pq nem de gritar, ou que gritem, eu gosto. Mas acabei aprendendo que algumas vezes é necessário fazer isso para que as pessoas “acordem pra vida” e façam direito o que está sendo pedido, como essa tua situação do notebook ou do hotel.
Porém, como quase tudo na vida, isso precisa ser comedido. Como meu trabalho exige que eu viaje, quando eu vim para a Cidade do México uns meses atrás já tinha um grupo de amigos aqui, e andando com eles tinha um cara que pra tudo fazia um barraco… se o garçom demorava um pouco, já reclamava (mesmo com restaurante cheio), se o carro do lado parava em 47° e não em 45° era outro escandalo… até quando um caixa pediu um documento de identificação ele ficou nervoso. Depois, quando ele foi embora, uma das garotas falou que estava evitando sair com ele junto porque era sempre um escandalo, e ela sempre passava vergonha.
Tem que fazer valer o direito sim, mas na hora certa.
obs: eu também não aguentaria ver vc chorar, com certeza.
nhooooooooooo….
tadinha…mas é tem muita “mãe universal” nesse mundão =P
e eu sou grato por isso…
beijão!!!
liga não!! essas são histórias pra posteridade!
Olha Mirian, você devia falar assim com esses caras: “-Vc sabe com quem está falando? Olha que eu faço um post denunciando o seu estabelecimento de merd@…”
Hehehehe.
Putz, eu sou igualizinha. É só ficar com um pouco de raiva que desabo a chorar, e aí não consigo falar mais nada. É triste e patético. Como será que acaba com isso?
Conta tudo pra sua mãe, Mirian! [2]
A tática da ameaça vai funcionar, com o tanto de blogueiro famoso por ai, é capaz do cara ficar com medo, porque poxa, voce é famosa também! E tem fãs por ai e os tais vão acreditar em cada palavra que aqui escrever. o/
Nada melhor que desgraça alheia pra me fazer rir…
Que bom que os africanos não queriam dormir na mesma cama [?]
Mas também, tanto dia para fazer aniversário… tinha que ser logo quando estava tudo ocupado com a corrida?
Brincadeira não, hein…
=P
Ps.: Eu também choro em algumas ocasiões [solidariedade]
Ps.: Eu também reclamo em algumas ocasiões. [é...]
Umas semanas atrás eu tinha que apresentar uma dança com um grupo, ultima nota de educação física. Era uma dança meio shakira da vida, e simplesmente, eu n sei rebolar nem sei la o que é aquilo. Na vespera da apresentação uma das meninas do grupo veio discutir comigo, dizendo que eu n estava levando a sério e que eu nao estava me esforçando …
… que eu fiz?
” Va tomar no seu… Não to me esforçando? Então OK! Arrume outra pessoa pra ficar no meu lugar!”
Chorei pra caraleo, ai todo mundo foi discutir com ela, porque ela fez uma anã de 1,54 de altura chorar. Enfim, não voltei para o grupo nem a pau, entrei num grupo que só tinha meninos, aprendi a coreografia em um dia, e na dança eu era a musa de 6 marmanjos! Enquanto a rapariga que veio brigar comigo, ficou la rebolando com um monte de muiér bah..
Ah, pra reclamar de coisas em público eu vou abrindo a boca e soltando os cachorros, na maior firmeza. Mas quando é pra discutir com alguém do meu convívio, aí sim, já me enche o olho de lágrimas!
Fico intrigado com alguns posts aqui, puto mesmo. Depois gosto de outros. Prefiro os que falam de tudo e todos, “all of us” do que os que são só de vocês.
Agora, barraco, todo mundo quando tem convicção. Barraco é uma coisa de amor, dfe dedicação. Tua mãe desceu do salto por causa de vc, e também pq vc tava perto. Mãe é mãe, ou pra proteger ou pra ser exemplo.
Filha, tenho um pesado pressentimento q tu vai ser barraqueira. Com sacolada e tamancada, tudo que tiver direito.
Mirian Botineira… Mirian tamanco duro…. Mirian sola de madeira….
to pensando no apelido já…
Minha mãe e meu irmão que são bons pra reivindicar as coisas, meu irmão já pegou um médico pelo pescoço, quando meu sobrinho foi atropelado, ele disse pro médico que se acontecesse alguma coisa com o filho dele o médico ia se ver com ele, meu sobrinho teve um tratamento ótimo depois, antes ele tava num quarto e ninguém nem ia ver como ele estava, é fogo isso, mas as vezes é preciso…
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Dário Dutra
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Ai, Mirian!
Eu também sou a maior manteiga derretida. Geralmente armo um barraco e saio dali rapidinho antes de as lágrimas começarem a rolar. Às vezes funciona porque as pessoas resolvem as coisas e, quando eu retorno, já está tudo pronto. Mas às vezes não funciona, porque eram coisas que precisavam ser acertadas com mais detalhes e eu não tive capacidade de explicar bem o que eu queria.
Quanto ao lance da sua mãe, me sinto semelhante. Mas só sei brigar bem pelos direitos dos outros. Quando é pra mim mesma, desando a chorar.
Beijos e sucesso!!!
Demais!!!!!!
Um dia a gente aprende… Minha mãe aqui esta no mesmo patamar…
Mas acho que a coisa muda quando filhos aparecem, meu avô pelo menos fala isso,… você cria mais força e as cordas vocais ficam power ehehehhe
Pekena, juro que pagaria para ver você com raiva. Nem consigo imaginar!!
Você parece ser uma menina tão boazinha e coisa e tals …
Um anjinho em miniatura, mas anjinho!
Beijos.
ps.: Vais no campus party em janeiro?
Nossa!!! Essas tuas presepadas ainda vão dar um ótimo book de histórias cômicas.
Muito bom!!!
Se for eu, já mando logo tomar no toba…
Vo te contar uma histórinha:
Minha namorada é igualzinha!! Eu tenho medo de quando a gente começa a conversar sério [que, óbvio, as vezes é preciso...]. É discutir a relação, ela chora… Ela chora também quando acaba o leite! Quando está sem sono! Quando eu não amarro o all-star dela…
É sempre assim… Mas eu acostumei…
Então, quando ela chora quando a gente conversa, só consolo, mas sei que não é nada de mais… Porque é sempre assim…
Mas é engraçado!! Rsrsrsrsrs…
E seu notebook, tá melhor??
Bjs, Tom
Hahahahahaha… apesar de toda a tragédia não tem como não rir. Você abordou tudo de uma maneira que a única vontade que da é de rir! Fala ai, depois que passa já pode rir. ^^
/ridemais HUAHAHAHAHAHAHA, “ai minha alma” foi ótema!
E aliás, eu não aguento ver mulher chorando, me da angústia x.x
[coração mole]
Milady, quando essas coisas acontecrem, ligue para algum advogado amigo seu, e processe na maior… se eu morasse por perto até dava uma força, mas o cear´pa é loooonge
Ri demais aqui .. mas pelo tanto que me identifiquei .. ahauhaua
Ok, não chego a chorar .. mas sempre que to explodindo de raiva, pronto pra empalar qualquer ser que ouse não aceitar minhas exigências eu desmonto e acabo aceitando mais 5 dias de espera ou como aconteceu recentemente 1 mês de chamados e mais chamados abertos da porcaria da telefônica =D
Também ando pensando em fazer teatro … Se não ajudar muito pelo menos eu me divirto fazendo.
Mi! Enquanto conseguires prender as pessoas com esses textos maravilhosos falando do cotidiano de forma bem humorada e inteligente, tá tudo certo. A próxima vez pede 10 minutinhos, vai num cyber ali perto, escreve um post e pede pra eles lerem. haeuaehuaehueea
Parabéns muié cada texto seu eu não consigo parar na primeira linha. E olha que eu sou chato O.o
Beijos!
Ah parece até que to me vendo, oras! Tbm sou assim, começo brigando raivosa, no final to me segurando fazendo a voz não ficar embargada com o choro e plof, me tranco no banheiro e desabo, to nem ae. hauahau =X vergonha.
Fiquei ocm dó da velhinha e raiva da péssima educação do rapaz, e de vc com seu hotel hauahaua.
Um beijo ;*
“E depois de uns cinco minutos de pose e fala firme, eu geralmente… choro.”
Poxa… achei que só acontecia comigo… eu já começo a falar chorando. Principalmente se eu já treinei a fala!
Ps: Como sempre ótimo texto, sempre me identifico. Para alguns pode parecer irrelevante o assunto (tenho acompanhado pelo twitter) mas não liga não. Continua ai firme e forte, que eu continuo lendo bem feliz.
[...] todas as mulheres que passaram pela minha vida desde a Mamãe Vaz até a Sra Vaz já aprenderam a usar o choro como arma na hora de conseguir algo e principalmente como válvula de escape quando estão erradas numa discussão (é quase um superpoder que as mulheres têm) … acho que você pode ver o lado positivo dos choramingos involuntários…. [...]
Eu gostei é da tua coragem em admitir q nem todo mundo é forte, como a maioria acha q devamos ser!
Sou q nem vc: forte por uns minutos, mas de repente desabo!
Bjs!
Muito bacana o blog. Curti bastantão o texto sobre orkut e suas preciosidades impreciosas.
Creio que temos alguns amigos em comum. Grande beijo.
Ronin
half of the fortress you are is the meaning of your word or acts,
tears, words, punchs or kicks, they are all the same
if you keep them the same of your toughts
Eu não sei discutir, sério. Das duas uma: ou eu fico irritadona e parto prá cima (é o mais raro, difícil e inimaginável) ou eu dou risada… Quando a questão é reivindicar os direitos, eu consigo, na boa, sem rir.
E eu só choro quando a briga é com a família, hahahaha!
Beijos Mi… Entendi as caipiras de saquê agora…
Cá estou sem nada pra fazer no serviço, e me deparo com este blog/site(?), muito bom mesmo,
caraIii
num sabia que tinha dadO tanto roLo
auhauhuahau
talvez seja uma boa hora pra vc começar a andar na rua cantando aquela música ‘vai toma no cu… bem no meio do seu cu’ auhauahuahauahu
soh vc msm priminha
bjsssssss
Eu te entendo, sou igualzinha..
Nem quando vou brigar com o namorado eu consigo segurar o choro
É mais um post top de linha. “Numa briga, eu começo falando alto e parecendo um poodle raivoso”, geralmente o poodle tem um ataque cardiaco (sabe o coraçao fraco) ainda bem que vc só chora.
Ai falo serio vou fazer um PPMP
Abraço
Li tantos comentários que nem sei mais o que escrever…rs
Bom, vou ser sincero com você, odeio ter que “fazer valer os meus direitos”. É chato pra caramba, estressante e, muitas vezes, faz o seu dia virar um lixo. Seria melhor se as pessoas tivessem mais senso para preservar o bom relacionamento e evitar transtornos.
Alguns anos atrás ficava puto quando isso acontecia, hoje em dia fico feliz, pois vou ter
mais uma história pra contar naquela roda de amigos quando o papo tá começando a
ficar chato
Vários problemas ehin!? A questão do Vaio, e algo bem chato mesmo, quando você compra algo, e depois sem mais e sem menos não funciona e foda!
O pior e depender da loja pra trocar por outro, realmente na hora de comprar até mesmo o headphone, temos que rezar pra não estragar, a questão da marca também conta, mas Sony também estraga!
E pq vc ñ me ligou??? Ficaria na minha casa, maricota! Vc e a paçoca!
Existem histórias que depois tem que rir pra não chorar (de novo), né?
Salve!
Onde comprou o notebook? Não quero passar por isso neste natal!
Uma semana depois… qual o desfecho?
Show de bola o blog!
[]s
São irresponssáveis os pais ao deixar este lunático pegar esta criança. e você perceber ele está apertando a criança por isso ela chora. rsrs…
E se vem um sapato voador… imagina
um abraço
Donizete
[...] Aí eu choro [...]