30
Aug
  This is Sparta! Satirizando o filme – Parte III (o retorno) e Face Transformer

Aviso: esse é um post de besteirinhas. Uma gripe maldita me pegou e nem adiantou tentar discutir com o vírus dizendo que eu tinha que escrever. Estou debilitada e textos gigantes não sairão dessa cabeça zonza no dia de hoje. Mas se eu aqui, toda moribunda, consegui me divertir com as dicas a seguir, vocês também irão.

Na época do lançamento do filme “300″, eu postei algumas montagens em foto e vídeo parodiando o protagonista Leônidas e seu exército. Mas o vídeo abaixo conseguiu juntar as duas coisas e ficou mais estupidamente engraçado do que todos os que eu já tinha visto. Confiram:

[video]http://www.youtube.com/watch?v=rZBA0SKmQy8&mode=related&search=[/video]

A segunda dica é um site de transfornação facial muito interessante. Basta subir uma foto sua e preencher um perfilzinho e o site te dá várias opções de transformações bem interessantes. Legal mesmo. Pra obter resultados mais perfeitos, utilize uma foto que mostre bem o rosto (de frente, craro) e que tenha o mínimo de expressão. Exatamente como a cara de babaca que eu fiz na minha, que você poder conferir no quadro abaixo, junto com alguns resultados. Basta clicar pra ampliar.

Tabela Face Transformer

Considerações: Adorei o mangá. Se eu fosse africana não teria bochechas, mas como oriental elas seriam duas vezes maiores. De qualquer forma, espero que elas não fiquem assim quando eu ficar velha (sim, é paranóia). Quanto à pintura, se eu quisesse mandar alguém fazer uma minha, não pediria a Alphonse Mucha, porque essa não tem nada a ver comigo. Mas pelo menos também não tem bochechas.

Pra finalizar, um traveco do Mirão aqui não seria nada bonito de se ver. Que desgraça.







18
Jun
  Me trocar pela Lara Croft é declarar guerra!

i_147892.jpgNos primórdios do nosso namoro, há três anos e meio, o senhor meu cônjuge era um ser que participava aleatóriamente do mundo digital. Tudo bem, ele tinha um tijocelular, e eu não, mas eu era uma interneteira de plantão, e ele, mal aparecia no meu ICQ, por estar sem micro. De qualquer forma, se não é útil o que fazemos, a glória é vã, e eu realmente não fazia nada útil no mundo virtual.

O fato é que deixei de dar graças aos céus quando o Mobilon voltou a ter contato com computadores, pois daí pra frente, a máquina substituiu o homem. Ou a mulher – no caso, eu. E passei a ter uma relação de amor e ódio com a tecnologia.

Computadores cada vez melhores, software disso e daquilo, celulares cada vez mais pra qualquer cousa que não seja falar, site, blog, estratégia maléfica para dominar o mundo!

E nem dançando o TCHAN eu ganhava disso tudo. (Apesar que dançar o tchan seria ladeira abaixo, né, amiga.)

Nesse caso, se não pode vencer, junte-se ao inimigo. Este blog é meio fruto desse ócio ódio, mas agora ele é meu filho, meu monstrinho, e hoje em dia, é perigoso sair briga pra ver quem checa estatísticas primeiro após um domingo inteiro na casa de parentes e longe de um micro. Agora, se ele está no notebook, eu estou no celular (dele, claro) jogando, e vice-versa. É mágico.

Mas não parou por aí. Quando eu achei que o nível mais alto já havia sido alcançado, que não houvesse mais nada no que eu tivesse que me envolver, surge o maior de todos os desafios: o Playstation II.

O desafio foi lançado. E como boa namorada irritante companheira que sou, fiz minhas exigências. Final Fantasy e Piratas do Caribe. O último SÓ por causa do Johnny Depp.

Eu poderia lançar uma campanha aqui, para as namoradas do mundo inteiro, trocadas por um mísero Playstation: Vamos superá-los. Vocês sabiam que as mulheres têm uma coordenação dos músculos pequenos melhor do que a dos homens? Não? Nem eu. Então assiste esse vídeo aqui, a partir do sexto minuto. É parte do documentário “A Era do Videogame”, produzido pelo Discovery Channel. Isso explica por que eu fui melhor no Guitar Hero.

E se você ainda duvida que as mulheres podem sim, leia a segunda parte dessa reportagem aqui.

Os homens não estão prontos, mas a revolução já começou. Quer jogar Pong? Eu pago.







24
May
  Cuidado com o que você busca, o Google te entrega!

online-boy-with-magn.jpg

Uma das partes mais interessantes em ter um blog, é saber de onde seus leitores vêm. Mais interessante ainda, é saber o que buscavam, antes de acabarem dando com as fuças por aqui. E não é por puro capricho. Desta forma, posso saber que tipo de pessoa vem até esse humilde blog de nome complicado, e por quê.

Saber o que as pessoas buscam é quase que uma pesquisa de opinião secreta, pois a maioria das pessoas não sabe que alguém pode saber o que – às vezes – tudo que elas não querem, é que alguém saiba. Tendeu?

Como a menina que buscou “Como me tornar ana?” – Não, não era uma infeliz de nome engraçado querendo saber sobre leis para mudança de nomes, e sim uma guria procurando na néts alguns meios para “se tornar” anoréxica. Tipo, né.

Tem umas buscas também que a gente não entende, do tipo “Crianças sem celebro”. Sei lá, né. Aliás, se eu escrevi celebro por aí, alguém me avisa, certo?

E às vezes você tem algumas surpresas. Uma vez, eu escrevi um post besta sobre um cara besta, o Jucelino da Luz. E não é que o cara é uma das buscas que mais aparecem, junto com a busca por crônicas de Fernando Verissimo! Fico triste.

Enfim, como eu disse no título, o Google te entrega e entrega MESMO. Além de disponibilizar seus mais íntimos desejos para os sites que você visita, ele disponibiliza para quem tiver seu login e senha do Gmail, os logs de buscas que você tenha feito, enquanto logado no mesmo, através do Search History.

Assim como a Coca-cola e o Orkut, eu te digo, meu amigo: O Google é obra do tinhoso.

Update: E a bizarrice não pára. Pérola de hoje: “Google Search: sapatos da moda para raparigas de 12 a 13 anos”. Como eu sempre digo: então tá, né.

Update2: Segundo nosso colega Phx, o Search History “não é habilitado por padrão, e assim só guarda suas pesquisas se você deliberadamente quiser isto”. Menos mal, hein?