28
Oct
  Put it behind you

Nem sempre é revolta, sabe? Nem sempre é recado, nem sempre é experiência, nem sempre é justo que vocês não entendam do que eu estou falando. Mas, às vezes, tudo isso acontece ao mesmo tempo, como no último texto.

Engraçado é que é legal que ele esteja lá, e é lá que ele vai ficar. Porque algum recado foi passado, de alguma forma, mesmo que não seja o quê e pra quem eu fazia questão. Mais engraçado ainda, é que este texto aqui, logo depois do outro, vai ser bem bonito.

Quando a minha irmã começou a namorar, a gente se distanciou bem. Eu não gostei daquilo, porque ela era a minha pequena, e de repente, não estava mais lá, nunca. Então, durante uma discussão, eu disse pra ela que aquele namoro não ia durar pra sempre, e ela emputeceu level 10, estrelinha. Faz pouco mais de um mês, ela veio me dizer que eu estava certa. O namoro acabou, ninguém morreu, a vida indo.

O que eu queria que ela entendesse naquela época, é que eu não estava dizendo por mal, que não era triste, nem desesperador, nem macumba pra ter a minha irmã de volta. Era só a realidade, e a realidade não é triste, é bonita!

Porque antes disso, eu havia namorado três anos, e acabou. Cada um seguiu a sua vida, as coisas mudaram. Hoje ele tem um filho, e eu, namorei mais uns muitos anos, e acabou outra vez. E exatamente aí, quando não podia, parece que eu mesma esqueci a minha lição. E senti o baque, bem feio.

Seria muito mais prático se as fases da vida fossem como as da lua, que mudam, independente de a gente querer ou não. Eu não gosto da lua minguante, mas de tempos em tempos, ela está lá. E eu tenho a opção de não olhar pro céu se eu quiser, mas aí, eu perderia também as estrelas todas. De qualquer forma, se as nossas fases mudassem por conta, quanta coisa a gente não ia deixar de entender. Eu acho bonito assim, mesmo chorando mais.

Enfim, eu tentei retardar a mudança que estava invadindo a minha vida, eu fechei todas as portas por onde a realidade e a novidade pudessem entrar. E sabe o que acontece quando você faz isso? Não entra nada, nem luz. Às vezes falta ar, também.

Enquanto eu escrevo, tá rolando Keane, no repeat:

O tempo corre em um ritmo rápido
É engraçado como é fácil esquecer o rosto dela
Você esconde as rachaduras, os fatos vão te encontrar
Vire-se e deixe os dias solitários para trás agora

Todas as coisas que você achava que estavam garantidas
Te atingiram como uma bala na barriga
Você não consegue se levantar
Mas você vai ao menos tentar?
Porque se você nem ao menos tentar
O tempo vai te deixar pra trás

Você não suporta mais aquele trabalho, apesar de ganhar muy bien, e estar lá há trocentos anos. Você não suporta mais o relacionamento que não faz mais bem pra nenhum dos lados, mas está quase noivo. Você descobre que quer a arte, no penúltimo semestre de direito.

E aí?

Mais uma vez, não é triste, apenas “é”. Mas às vezes, a única coisa que faz com que a gente encare os fatos, ainda a contragosto, e comece a cogitar a mudança, é o cansaço. Porque cansaço dói, e quando chega a hora que dói demais, também chega a hora onde o mínimo descanso da dor vai te fazer entender tudo, e querer se livrar dela, de vez.

Não adianta eu dizer que você deve tentar, se você mesmo não estiver preparado. Eu ignorei o meu próprio conselho, por não estar. Eu sabia, mas não queria mudar de fase.

Não significa mudar de mundo, de cabelo, de gosto. Mas pode significar até aceitar de volta partes de outras fases que já se foram. Eu criei uma conta nova no fotolog, mas mantive a franja.

E a esperança. Só que voltada pro lado certo, dessa vez.

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E quem vai?

E quem gosta?







30
Aug
  This is Sparta! Satirizando o filme – Parte III (o retorno) e Face Transformer

Aviso: esse é um post de besteirinhas. Uma gripe maldita me pegou e nem adiantou tentar discutir com o vírus dizendo que eu tinha que escrever. Estou debilitada e textos gigantes não sairão dessa cabeça zonza no dia de hoje. Mas se eu aqui, toda moribunda, consegui me divertir com as dicas a seguir, vocês também irão.

Na época do lançamento do filme “300″, eu postei algumas montagens em foto e vídeo parodiando o protagonista Leônidas e seu exército. Mas o vídeo abaixo conseguiu juntar as duas coisas e ficou mais estupidamente engraçado do que todos os que eu já tinha visto. Confiram:

[video]http://www.youtube.com/watch?v=rZBA0SKmQy8&mode=related&search=[/video]

A segunda dica é um site de transfornação facial muito interessante. Basta subir uma foto sua e preencher um perfilzinho e o site te dá várias opções de transformações bem interessantes. Legal mesmo. Pra obter resultados mais perfeitos, utilize uma foto que mostre bem o rosto (de frente, craro) e que tenha o mínimo de expressão. Exatamente como a cara de babaca que eu fiz na minha, que você poder conferir no quadro abaixo, junto com alguns resultados. Basta clicar pra ampliar.

Tabela Face Transformer

Considerações: Adorei o mangá. Se eu fosse africana não teria bochechas, mas como oriental elas seriam duas vezes maiores. De qualquer forma, espero que elas não fiquem assim quando eu ficar velha (sim, é paranóia). Quanto à pintura, se eu quisesse mandar alguém fazer uma minha, não pediria a Alphonse Mucha, porque essa não tem nada a ver comigo. Mas pelo menos também não tem bochechas.

Pra finalizar, um traveco do Mirão aqui não seria nada bonito de se ver. Que desgraça.







30
Jun
  Sai, fone!

Logo que eu comecei com o Substantivolátil, o iPhone foi apresentado – e isso foi em Janeiro. Eu nas fraldas, tentando fazer contato com o mundo blogueiro, e aquele aparelhinho com o Nemo e o pai do Nemo de fundo, estava por tudo quanto é lado. Aliás, quando o Mobilon colocou aquela imagem no celular dele me deu até coceira.

Mas por que tanto burburinho? SÓ pq é Apple? Eu que nem entendo muito de tecnologia já pude perceber a mágica que envolve a maçã e o cara dono da maçã. É engraçado, na Fnac, em Campinas, eles tinham, logo na entrada, um expositor só com iMacs. Não havia um tonto que não parasse com a boca aberta por alguns segundos.

Enfim, vendo as fotos das filas para a compra do recém lançado iPhone, eu me dei conta da loucura que isso se tornou. Será que se todo mundo pudesse facilmente ter o dito cujo, ele seria tão cobiçado assim? Será que é tudo parte da mágica da maçã? Existem inegáveis contras que sequer estão sendo discutidos. Mas não sou que vou falar deles. Eu vou falar desse cara aqui. Ou desse. Dá facilmente pra comparar a expressão deles com a deste paquistanês protestando. Que medo.

Enfim, só faria jus a todo esse estardalhaço se a coisa fosse assim:

[video]http://youtube.com/watch?v=1xXNoB3t8vM[/video]







19
Apr
  This is Sparta! Satirizando o filme – Parte II

Pra quem gostou das fotos, agora vamos de trailler:

[video]http://www.youtube.com/watch?v=gNqiSkd1M6k[/video]

Esse não podia faltar:

[video]http://www.youtube.com/watch?v=pi2t58CRmbU[/video]







24
Mar
  Carmina Burana

Vou copiar um post do meu colega Silveira Neto, que por sua vez, encontrou no Prililifobia a pérola que me fez rir por 20 minutos. E na verdade eu ainda rolo de rir cada vez q vejo o troço.

Bom apetite:
Todos conhecem a Carmina Burana de Carl Orff.

Agora chegou a vez de você entender a letra:
[video]http://www.youtube.com/watch?v=0fDlxLHjkSg[/video]