Droga do esquecimento
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Uma série de experimentos conduzidos por um grupo de pesquisadores de Porto Alegre está ampliando a perspectiva de que, no futuro, seja possível criar uma droga do esquecimento.
Interessante. Ignorando-se o fato de o ser humano ser, em sua maioria, um tipo aproveitador e egoísta. Vejamos a intenção dos “inocentes” pesquisadores:
“Se existir um jeito de apagar memórias particulares, a indústria farmacêutica não deixaria de faturar em cima. Venderia mais do que Prozac e Viagra juntos”, diz. O medicamento poderia servir, por exemplo, para tratar casos de estresse pós-traumático, de soldados a vítimas de violência urbana.
Alguém aí já viu Brilho eterno de uma mente sem lembrança? A moça, cansada de brigas, resolve “apagar” seu namorado de suas memórias. Ele, por sua vez, ao descobrir o que ela fez, também se livra das lembranças relacionadas à rapariga. Uau! Que inteligente!
- Meu pai morreu (credo, eu sou péssima em exemplos). Pra que sofrer? Esqueça-o e seja feliz!
- Meu namorado me chutou. ” Mãe, passa na farmácia e me compra um Esquecil (uuuuhhh!) por favor.”
Dá pra imaginar a banalização da coisa?
Como disse Martín Cammarota, neurocientista e um dos pesquisadores do grupo:
“As memórias dizem respeito a quem somos nós. Nós somos o que nós lembramos que somos.”
Falou e dizeu!
Fonte: Nesse Instante












Problemas de consciência, NUNCA MAIS!
É só tomar uma bolinha e pronto, você não se lembrará mais das cagadas, das travessuras e nem das coisas “Ruins”… todos serão eternos bonzinhos!!
tsc tsc tsc
Creio que no Brasil essa droga não seja necessária.
O povo brasileiro já está acostumado a esquecer os fatos significativos, por mais recentes que sejam, principalmente na hora de escolher seus governantes e representantes políticos.
No lugar de tomar a “droga do esquecimento”, o brasileiro já lida com essa “droga de esquecimento”… Eta nóis…
Recomendações.