17
Jul
  Pós Googleless Day – Considerações

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Vou te falar, passar o dia dando duas batidinhas na tecla “shift” pra abrir a barrinha do Google Desktop foi o que mais me infernizou. Êta frustração!
Eu tinha deixado tudo pronto desde a meia-noite do domingo: a tal da barrinha desativada, SmartAd do Mercado Livre ao invés do Adsense na sidebar, e Yahoo! Search na barra de navegação. Mas o SmartAd é um bicho besta que mostra as minhas buscas recentes no ML. Se eu já busquei eu já vi né, anta-de-teta! Já o Yahoo! Search até que serviu bem, mas eu ficava imaginando quantas opções a mais de resultados eu teria no Google.

Agora problema mesmo foi não usar o meu querido e levíssimo Gtalk. Eu adoro o saudoso “I Seek You” (by Calebe), mas pelo visto sou só eu mesmo. Ninguém mais entra no treco. Dá até a impressão de que todos os seus amigos estão te bloqueando. Estranho. Então, bora pro MSN:

(bate-papo mental de mim comigo mesma)

- Quê?! MSN não!!

- Ah vá, não tem ninguém no ICQ, você não tem escolha.

- Eu me recuso.

- Pois eu não.

- Você não vai fazer isso!

- Já fiz.

- Eu te odeio.

Obviamente, ele não funcionou como eu queria. Eu falo com o Mobilon por ligação. Após 5 minutos de conversa o belezão parou de funcionar do nada e não voltou. Lixo de sempre. Mas serviu pra eu conhecer  um colega blogueiro, o Gera do Irmãos Brain.

E era uma vez eu precisando assistir a um vídeo. Corri pro blog do Calebe fuçar nas dicas que ele deixou! Acabei usando o Dailymotion, e gostei. Quanto ao Analytics, pra mim o StatCounter bate fácil, até porque tem visualização das visitas em tempo real, além de ser muito mais preciso e detalhado.

O que aprendemos com tudo isso, coleguinhas? O Google é a baleia azul do mar blogosférico, o leão da selva blogosférica, o Tiranossauro Rex da era mesozóica blogosférica (minha nossa, Mirian)? Sim. Mas não pra todo mundo. Eu, por exemplo, não uso o Google Reader porque não gosto, tal como o Analytics tem concorrentes bem melhores, e o Youtube só é o maior porque tá todo mundo lá. O monstro Google, apesar de nos apresentar algumas das melhores opções da Web, não é 100% insubstituível.

Uma vez, eu vi num filme a Jennifer Aniston dizer pro cara que ela podia viver sem ele, mas que não queria (blogueiras também assistem filminhos água-com-açúcar). É assim a nossa relação com o grande-chefe: a gente pode viver sem ele, mas ele deixa tudo tão cômodo e prático que a gente não quer. Eu não quero. Você quer?



4 Comentários


    gravatar  Calebe Aires
     Tuesday, 17 de July de 2007
     11:11 am
     
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