10
Mar
  Relashionshits no more

leoa

E um curso de “como relacionar-se equilibradamente com a pessoa amada  em (no máximo, vai) dez passos”?

Eu acho que seria prático, normal. (dica: 2’10)

Porque, afinal, tão mais fácil se a gente conseguisse atingir o ponto de equilíbrio antes de arruinar alguns muitos relacionamentos, inclusive aqueles onde os dois, ainda amando, chegam ao ponto de decidir de forma racionalmente dolorida e doloridamente racional que não dá, não funciona.

Ainda que, logo esse, seja um primeiro indício de sanidade. Intenso não significa maluco e sem noção.

Eu já joguei cadeira de raiva, eu já dei xilique de ciúme, eu já quis pra mim, e SÓ PRA MIM, cada pensamento do cidadão. Com a cadeira eu ferrei a parede, com o ciúme eu ferrei algumas noites (as que foram ruins e outras que poderiam ter sido boas e nunca aconteceram), com o desejo de exclusividade eu consegui distância.

Demorou pra ouvir com atenção o conselho da mãe Bottan, que sempre me disse que tudo o que as pessoas precisam fazer é criar um clima condizente com o que sentem pelo outro. O resto vem, ou não. E se não vier, se não houver um retorno na paz, na guerra e na obrigação é que não vai rolar.

As meninas lindas e gostosas não vão desaparecer quando você oficializar um relacionamento. Idem pros caras interessantes. Tudo o que você tem com a pessoa que tá contigo nessa, é aquilo que ela vai sentir falta quando você for embora. Again, “ou não“. Porque eu tô pra conhecer quem sente falta de briga, desconfiança, provocação, ironia, e o resto dessa família do capeta.

Mas dá pra tentar mudar de atitude e salvar um lance assaz desgastado? Me responde você, dá pra lidar com a bagagem? Com tudo que já rolou de ruim, tudo que já foi dito e feito? Eis a hora da racionalidade que dói,  mas transforma. 

Se libertar dos fantasmas do passado em geral, seja do apego, da zona de conforto ou do sentimento de posse não é fácil, não é rápido, mas é necessário quando se decide mesmo mudar e voltar a si. Ou se acorda mesmo ou se continua dormindo, o que não dá é pra ser sonâmbulo, que a gente não pode chacoalhar sob risco de tragédia.

E quando se consegue olhar pra dentro tempo o suficiente pra detectar a necessidade de atitude, geralmente já se sabe o que fazer.



48 comments to “Relashionshits no more”

Carol Reine

March 10th, 2009 at 3:04 am

Miriam, leia Ensaio Sobre a Lucidez, do Saramago. É sobre uma cidade em que de repente quase todos os cidadãos desejam votar nulo, assim sem mais nem menos, sem nenhuma explicação. E o desenrolar da história mostra a desorientação dos que estavam no poder, dos que não votaram em branco, dos que não faziam ideia do que tinha acontecido, mas que PRECISAVAM saber de qualquer forma, tinham que dar nome aos bois, esclarecer aquela situação custe o que custar.

E o que isso tem a ver com o teu post? O ciúme não deixa de ser uma reação adversa dos que não conseguem ter certeza (e controle) do que acontece com o mundo fora do seu. A gente vai se tornando agressivo, possessivo e paranóico só pra ter um motivo pra disfarçar a maldita insegurança que sufoca o peito, bem doída.

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Eric Coutinho

March 10th, 2009 at 3:10 am

Muito bacana o texto, Mirian, bem escrito.

Eu acho que todo mundo passa por essas fases que você descreveu; aliás, alguns não passam, porque se mantém nelas, e provavelmente nunca terão uma relação saudável, porque não sabem se relacionar com si mesmos.

Eu não tive muitos relacionamentos, mesmo nos meus 32 anos, mas os que tive foram com intenção duradoura, e trabalho árduo. Fui casado (1 ano e meio apenas) e me separei há menos de 2 anos. No relacionamento anterior a esse (que durou 4 anos), já havia alguma maturidade, e o término foi assim, racional como descreveu, simplesmente porque só namoro não ia rolar por muito tempo, e vimos que não nos daríamos muito bem vivendo juntos; sonhos diferentes, perspectivas diferentes.

Agora, estou novamente namorando (há quase 5 meses), e te digo que me impressiono comigo mesmo – cadê o ciúme exagerado, a desconfiança, a certeza insana de que certamente vai durar pra sempre? Não existem mais.

Aprendendo a me relacionar comigo mesmo, venho aprendendo a me relacionar com os outros.

Desculpe o mega-comentário. Um abraço.

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Gisele

March 10th, 2009 at 4:26 am

E a pequena polegar cresceu…

Clap, clap, clap.

Dá pra lidar com a bagagem? Dá, mas dói e requer muito esforço. Tem que ver se a relação custo/benefício compensa.

E é mais fácil começar do zero, mas nem sempre o mais fácil é o melhor.

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Emilio

March 10th, 2009 at 7:47 am

Pois é, vivendo e aprendendo. Ou melhor, vivendo e sofrendo.

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Vinny

March 10th, 2009 at 8:30 am

“Se espera que a vida seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver.

Uma pedra no caminho você pode retirar
Numa flor que tem espinhos você pode se arranhar
Se o Bem e o Mal existem você pode escolher
É preciso saber viver.”
- Roberto e Erasmo Carlos

É preciso saber viver. Uma pena que a vida não venha com manual de instruções, facilitaria um bocado as coisas.

E bem-vinda ao mundo dos adultos. Só não sei se é uma coisa boa ou não…

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Alx

March 10th, 2009 at 8:38 am

Putz!
como é tenso! simplesmente essa parte da ironia, do sinismo e do sarcasmo tem que rolar, se não, não é briga o/
AHiuAHuAIA
e a parte de querer só pra você, simplesmente não consigo entender, como ter um relacionamento interpessoal onde tenha que se dividir a atenção de alguém que, teoricamente um dia vai casar com você, e passar grande parte das horas no mesmo teto que você, e ainda vem com aquela desculpa de que, ah, eu preciso do meu espaço. preciso tomar ar.
grrrr

blá, nem sei que que eu to falando aqui tb.. o/
AHiHiUAuiA
mas fato! ficou mais fácil acompanhar alguém tão pessimistamente otimista quanto eu ( lol ) agora que tenho seu twitter =P

Abraços!

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Pan

March 10th, 2009 at 8:39 am

Nem sempre é fácil perceber que algumas atitudes e comportamentos do dia-a-dia estão dando descarga no seu relacionamento. Geralmente, quando a gente se toca, shit has already hit the fan. E aí você já está com preconceito da pessoa, do relacionamento. Antecipa brigas, respostas. “Mas dá pra tentar mudar de atitude e salvar um lance assaz desgastado? Me responde você, dá pra lidar com a bagagem?”. Às vezes sim. Mas não é todo mundo que consegue dar um “reset, start, valendo” assim.

Eu acho que relacionamento requer sim um certo esforço. Esforço no sentido de prestar atenção, de “mostrar serviço”, de (às vezes) se comportar diferente do que seu instinto manda. Não pode só sentar e deixar as coisas acontecerem, deixar que o amor faça dar certo. Se você se esforça para manter um emprego, porque não se esforçaria para manter a pessoa amada perto de si?

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The Eldar

March 10th, 2009 at 8:40 am

Realmente, a bagagem é uma coisa que se deve pensar como resolver, e numa relação é aq bagagem dos dois que influencia. Eu já vi e participei de brigas de casais com vários anos juntos e de repente o nome “daquela piranha” ou “daquele fdp” surgir em uma discussão, ou até mesmo quando um encontra uma nota num livro velho do outro, com mais de 15 anos, e a briga acontece.
A bagagem existe dos dois lados, e acredite, eu aprendi que o cíume é atemporal.

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Marcela

March 10th, 2009 at 9:27 am

Sempre dá pra salvar um relacionamento.. se as duas pessoas estão dispostas, se rola muita conversa e os dois são maduros …se existe MUITO AMOR! dá sim.. o meu caso por exemplo já rolou algumas brigas pesadonas mesmo.. com direito a polícia e tudo rs.. mas hoje está tudo bem.. a gente amadurece com as porradas e é só seguir em frente..
Agora se as duas pessoas são mt diferentes.. estão em fases diferentes.. e ngm quer mudar dai é foda.. não tem jeito.. rs

Abraço

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No0kie

March 10th, 2009 at 10:11 am

Relacionamentos sempre são complicados com certeza. Mas sempre vem em mente quando lembro de relacionamentos, que os opostos se atraem, mas pq? Creio eu, que o que a gente não encontramos em nós, vamos procurar nos outros, mas, nem sempre o que encontramos nos outros, é de nosso agrado, ai é que vem o grande dilema dos relacionamentos, tentamos modelar essa outra pessoa do nosso jeito, mas eles tem suas vidas e não vão mudar só pq vc quer!!! Pra mim, um relacionamento bom, é aquele onde há dialogo, pq os dois conversando sempre, tentando se entender, dá pra mudar uma coisinha aqui e outra ali, até acharem um ponto de equilibrio!

Bom… é isso que eu penso! )

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Ju.

March 10th, 2009 at 10:36 am

Nossa, eu tenho sentido isso em relação a alguns relacionamentos. Alguns que já decretaram sua morte, mas eu quero ter algo pelo menos agradável. Alguns desgastados e outros que são sempre uma interrogação.

Foi impressão ou esse texto terminou sem um fim por assim dizer. Ele ficou a cargo das próprias respostas interiores?

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Rafael

March 10th, 2009 at 11:19 am

“Demorou pra ouvir com atenção o conselho da mãe Bottan, que sempre me disse que tudo o que as pessoas precisam fazer é criar um clima condizente com o que sentem pelo outro. O resto vem, ou não. E se não vier, se não houver um retorno na paz, na guerra e na obrigação é que não vai rolar.”

>> Agradeça a mãe Bottan por mim… é um conselho que estava precisando ouvir… nesse exato momento!

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Eric Souza

March 10th, 2009 at 12:34 pm

Ah velho, o pior é que essa parte de “relationship no more” é sempre a primeira coisa que passa na nossa cabeça, mas passa um tempo a gente se bate com aquela pessoa x em algum lugar, olha pra ela e da um frio na espinha na hora. E quando isso acontece, acaba rapidinho a certeza de “namoro nunca mais!”

Concordo com o meu xará aí em cima, algumas pessoas nem passam por essas fases porque não conseguem superar as cosias e ficam nisso a vida inteira.

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Lioness

March 10th, 2009 at 1:43 pm

Não sei se consigo ter um relacionamento saudável com meu marido depois de tudo o que já se passou entre nós. Já aconteceu de tudo também e ainda estou em tratamento médico atualmente – e ele do outro lado do oceano, ignorando minha condição. Só Deus sabe como renascer das cinzas numa situação como essa.

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Guilherme Degroh

March 10th, 2009 at 1:50 pm

Acesso bastante seu blog Mirian, mas só hoje resolvi comentar. porque, não sei ahauhau;
Relacionamento realmente não é fácil =~~, ainda mais quando acreditamos que tudo que é necessário seja apenas o amor (parafraseando beatles ahauhua). Namorei pouco tempo mas com algumas garotas e elas separadas por curto espaço de tempo, aprendi que é necessário primeiro se amar e respeitar, para que possamos fazer o mesmo com os outros, cíume sempre vai aparecer talvez alguns mais comedidos, mas ele sempre tá lá, é normal somos humanos e passíveis de erro (infelizmente né ahuahuah), só que qdo pelo menos temos respeito próprio acabamos evitando situações desagradáveis já que normalmente o errado é quem perde a cabeça =/. Resumindo é gostoso todo inicio de relacionamento porque não conhecemos tão bem a pessoa e tudo parece linfo e maravilhoso.. mas dps qdo conhecemos e vemos que não são tanto quanto pareciam no início ahuahua e do outro lado acontece a mesma coisa hauhauah.

beijo e parabéns pelo blog tá bem legal.

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Estefanie

March 10th, 2009 at 2:29 pm

Cíume é realmente complicado em qualquer tipo de relacionamento, mas todos podemos mudar.
Pelo menos, eu acredito nisso, né?

Sempre ter fé! [pensa nisso até memorizar =P]

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Kamila Tani

March 10th, 2009 at 2:30 pm

Parabéns pelo post. Simples, sucinto e ao mesmo tempo profundo.
Comecei a ler achando que era pra mim, ou a pessoa que fui há alguns anos atrás, insegura, desconfiada, que achava que era capaz de amar ao outro mais do que a si mesma e assim arrasatei um namoro de 6 anos que por pouco não virou casamento…
E quando comecei ver a coisa pelo lado racional, como vc muito bem descreveu, vi que o que estava fazendo era doentio, injusto, comigo e com ele. Doeu muito ouvir certas coisas, dizê-las também, mas acho que foi a atitude mais digna que poderia ter comigo e com a pessoa que me acompanhou por tanto tempo, e ainda poupei os transtornos de um casamento infeliz.
Penso que hoje, aos 25 anos, estou muito melhor preparada para me relacionar com alguém depois da minha experiência de doida-neurótica-ciumenta-doentia.

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Eduardo Fernandes

March 10th, 2009 at 3:08 pm

Estou passando por uma fase pós-(assunto do post). Talvez se tivesse lido este post a alguns meses atrás hoje ainda estaria casado.
O mais interessante é que eu li o post todo esperando encontrar uma resposta no final e…

Cada um busca suas próprias respostas mesmo, tá certo!

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Daniel San

March 10th, 2009 at 3:44 pm

cara…tava boiando na net…quando vi o video do blogbeach..e vi vc,senhorita Miriam..no video..
meu recado não é nada alem do que ja acostumou-se a ouvir..mas devo apenas perguntar…
de onde veio alguem tão linda assim…e,por mais incrivel que pareça…com textos tão humanos..se é q posso dizer assim.

não,este não é um comentario – xaveco.

mas queria saber muito mais sobre estas lindas meninas que possuem este belissimo blog.

beijos!

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Diego

March 10th, 2009 at 6:15 pm

=,)
lindo e real como a vida.

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Marco De Toni

March 10th, 2009 at 7:55 pm

Todo mundo quer demais,……… O problema que mais gente ainda vê problema nisso quando não tem. Eu sempre quis mais do que pude ter e dei mais do que precisava ter dado,… No que deu? Patavinas!

E quanto ao final: Já se sabe o que fazer é a mais trella verdade. O negócio ai sim! É fazer,… Quem chegou a ter um pedaço doado não consegue tão fácil,… Mas o jeito é aprender que com uma certa ‘forcinha’ da pra arrebentar e terminar com todoooo o stress,…

Enfim, muito pensamento sobre o mesmo assunto pra mim, em um momento destes hehehe……. Porém! Gostei bastante do que lí.

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Regis.S

March 10th, 2009 at 8:48 pm

Vo colocar em prática!! =D ihu!!!

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Damnati

March 10th, 2009 at 8:58 pm

Isso aqui é pra você Mirian… http://www.youtube.com/watch?v=PHaI4uZ4oeg

Quem não gostou que se foda !!!

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Tom

March 11th, 2009 at 9:18 am

Não deveria ter lido esse post…

Mas já que li, vamos lá: situações como essa dão medo [estou com muito medo!], e não custa nada mudar [não, não custa, mas dói!].
Quem sabe eu não seja forte o suficiente e vou continuar nisso, porque é ruím, mas no fundo parece que eu gosto.
[e prefiro continuar assim do que ficar sem, ou ter que procurar de novo...].

Cuidado com o que fala [escreve]! Vc influencia muita gente…
[isso não quer dizer que não vou ler mais, rsrsrsrs... Óbvio que vou ler!]

Bjsss, Tom

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Karol Wojtyla

March 11th, 2009 at 3:34 pm

O conselho da mãe Bottan foi sensacional. Diria que é emoção com muita razão. Por isso, vou mais uma vez dizer que tua mãe deve ser um barato.

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Maroca

March 11th, 2009 at 7:08 pm

Mirian querida…

EXATAMENTE HOJE EU ESTAVA PRECISANDO LER ISTO!

Que ngm é de ngm…. e que como canta Alceu Valença…

‘O CIÚME É A VÉSPERA DO FRACASSO E O FRACASSO PROVOCA O DESAMOR…’

Obg Mirian, vc inidretamente escreve coisas nos momentos em que precisamos ler… e eu creio que nada na vida é por acaso, escrever é um dom, conseguir tocar o coração de outras pessoas é uma dádiva de Deus, parabéns mesmo!!!

Tudo de bom!!! Beijos )

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Anne Mathers

March 11th, 2009 at 11:44 pm

Oiee! adorei seu blog!!!

Seus textos são foda! hahaha são engraçados tbm!

tá sendo pra mim uma terapia vir ler seus post’s! hahaha

JUROO!

esse então!

Agora que acabou a novela ‘Mulheres Apaixonadas’, exatamente aquela que tinha a Heloísa,
eu sempre fazia a terapia junto com ela! hahahaha Agora que acabou, eu descobri seu blog! hahaha

beeijos!

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Andrea

March 12th, 2009 at 1:05 pm

Olá meninas, como vão?
Achei por acaso o blog de vcs e além de gostar muito, gostaria de saber quem fez o template de vcs. Estou a procura de alguém p/ fazer o meu.

Por enquanto meu blog está fora do ar, mas queria voltar com ele logo, mas com template novinho, bjo.

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Flávio Luiz

March 12th, 2009 at 1:51 pm

Muito bom seu blog, esta adicionado nos favoritos para minha leitura diaria.

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Zeca

March 12th, 2009 at 5:35 pm

é otimo achar o ponto d equilibrio em um relacionamento eu ja encontrei, minha namorada ainda que vacila as vezes com ciumes bobos e excessivos.mas encontrar isso é Maravilhoso.

beijos teu blog é bem legal

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Eduardo Goku

March 12th, 2009 at 6:07 pm

Hmmm… I like it.

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Carol

March 12th, 2009 at 8:55 pm

Mirian, tirou muitas palavras da ponta dos meus dedos. Se você pensar mesmo tudo o que escreve e for simpática como parece, talvez pudéssemos ser amigas. Gosto da leveza com que você trata todo tipo de assunto.

Beijos.

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Renan

March 12th, 2009 at 11:58 pm

Fossa hein…
+ eh nesses momentos q a gente fica + inspirado!!
Sobre seus comentários sobre suas atitudes quando tem ciume lembro que so tem uma coisa que acaba com o ciume…a separação!! + relacionamento sem ciume não existe e se existir deve ser mto sem graça…
Me lembrou uma frase do brilhante Nelson Rodrigues.
“Ou a mulher é fria ou morde. Sem dentada não há amor possível.”
=]]

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Renan

March 13th, 2009 at 1:00 pm

tsc tsc tsc…
nem gostei de ter meu comentario recusado =/

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Impulsividade & Reflexão « Blog do Vinny

March 13th, 2009 at 1:48 pm

[...] Até que, hoje de manhã, eu leio isto. [...]


Bah

March 13th, 2009 at 6:29 pm

Se tem uma coisa que me deixa cabrera eh não aguentar/entender certas coisas num relacionamento… fico loca, choro, brigo, penso, repenso: “será que vale a pena?” Chit.. Dá vontade de sair correndo, de não existir, de mudar de país e começar tudo de novo, tudo diferente… porque na verdade não eh o relacionamento o problema, eh a forma como eu projeto minha felicidade e minhas expectativa nas pessoas. É sempre muito difícil segurar a onda de todos os medos e anseios quando a paixonite ataca de vez…

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Bah

March 13th, 2009 at 6:33 pm

a mãe Bottan sabe o que diz! )

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Caloã

March 14th, 2009 at 8:27 am

puaquepariu, arrepiou no texto. Concordo simplesmente com tudo que você disse, porém acho difícil, principalmente para as mulheres que nasceram assim, largar todo esse vício como ciúmes doentio.

Quando você diz “Porque eu tô pra conhecer quem sente falta de briga, desconfiança, provocação, ironia, e o resto dessa família do capeta”, eu vejo uma luz no fim do túnel para as mulheres. Porque realmente ninguém sente falta disso e realmente as mulheres gostosas não vão sumir só porque um relacionamento foi oficializado.

Quem decide o que quer, é quem está se relacionando, e as outras mulheres são apenas outras, independetemente de serem lindas e gostosas ou não!

Espero que você pratique o que escreve.

Beijos pkena.

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Mariii ;D

March 14th, 2009 at 4:48 pm

Oiii, sou de Americana tbm e descobri esse blog na revista Atrevida… esse texto sobre ciumes é mtoo intessante.. Eu morava em outra cidade,tinha um ficante lá.. Morria de ciumes dele, isso me fazia mto mal, nós até já brigamos por causa disso.. Agora que mudei de cidade, percebo q esse sentimento não levou a nada… é preciso aproveitar os momentos bons e ser feliz! O Ciúmes só estraga um relacionamento que pode sim dar certo! Parabéns pelo Blog! by: Máh

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Viviam

March 17th, 2009 at 10:55 pm

Olha, posso dizer co mcerteza que sou ciumenta com o meu namorado. Ele estuda fora (Campinas) e fica lá todos os dias da semana, porque é curso integral e estagia também. Então só nos vemos FDS. E nesse tempo, que to recém-fromada/desempregada/vagal, só dou brecha pros pensamentos possessivos. Tento me controlar ao máximo, mas às vezes ainda estrapolo no controle.
Mas ainda não sou que nem MUITAS namoradas que conheço, daquelas que o cara tem que fazer exatamente o que elas querem, senão dá briga. E muitos desses namorados já deram o pé na bunda. Alguns ainda estão “firmes”, entre aspas, mesmo.
Procuro não seguir o exemplo delas e nessa to tentando sair por aqui também pra deixar o meu namorado um pouco livre também. Se ele realmente ama, vai respietar. Senão, descubro (sempre descobrimos), e sigo em frente.
O negócio num relacionamento é botar a mão no fogo, mesmo se for sair queimada.
Beijos! Ótimo texto, boa discussão…

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Roberta

March 19th, 2009 at 9:09 am

Existe um velho amigo (velho de idade mesmo, isso quer dizer “Experiencia”, né?) que diz, que ” deveríamos nascer velhos e morrer novos”. Se analisarmos, realmente facilitaria um bocado de coisas!Mas, como não é bem assim… Vamos Vivendo e Aprendendo! )

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Diego Griep

March 24th, 2009 at 10:24 am

As pessoas gostam de sofrer.
De enxergar coisas onde não existe NADA, de achar uma coisa e julgar você por aquilo.

As pessoas não querem ser amadas, querem ser mimadas, bajuladas, mas esquecem do respeito e da confiança, querem amor e carinho, mas não veem que o outro também precisa de apoio e amizade.

As pessoas são egoístas.
E quando falo “As pessoas”, é muito da maioria fútil que existe por ai!

Saber amar é saber deixar alguém te amar.

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Luciana

April 20th, 2009 at 10:27 pm

Caraca, que texto tudo. Até me senti mais corajosa…

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Eder

May 1st, 2009 at 9:28 pm

Era o que eu precisava ler hoje. Obrigado =D

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Karen

June 12th, 2009 at 12:10 pm

Era o que eu precisava ler hoje. Obrigado =D

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P.S.

June 15th, 2009 at 3:40 pm

Li todos os comentarios…

me identifiquei com todos, acreditei no texto e em todos os comentarios…

mas nada muda o fato que o termino é um orificio cabeludo… terminei um noivado, depois de 3 anos de relacionamento…

os motivos desimportam…. mas acabou e eu estou tão atordoado que meu rosto fica dormente só de pensar nela… doer com o ultimo lampejo de relacionamento “eu ainda acho que vamos ficar juntos pro resto da vida… só não vai ser agora”…

mas, o que sinto no final deste comentário, “Era o que eu precisava ler hoje. Obrigado =D”

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Bianchi

March 4th, 2010 at 10:14 am

Acho que todo mundo passa esse por essa época de trevas ai que você disse, mas é meio que normal, saca. Depois o individuo acorda, cedo ou tarde, e percebe que a vida passa muito mais de um relacionamentozinho meloso.

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Meu Google Reader [07.03.09 - 26.03.09] | 30 e Alguns

March 20th, 2010 at 7:18 am

[...] Relationshits no more – Substantivolátil [...]


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