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	<title>Comments on: Revendo Conceitos</title>
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	<description>O primeiro rascunho de qualquer texto é uma m#$&#38;@.</description>
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		<title>By: Cocaine</title>
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		<dc:creator>Cocaine</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 07:21:39 +0000</pubDate>
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		<description>mas que merda! agora que eu vi que já tinha ganhador --.--</description>
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		<title>By: Cocaine</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-2#comment-1909</link>
		<dc:creator>Cocaine</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 07:13:49 +0000</pubDate>
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		<description>... E mais estranho ainda, era parar em frente a casa, e com apenas dois passos olhar a vizinhança toda e ver que não só a velha casa, mas tudo naquela rua não havia mudado, mas tudo tinha acontecido, como de costume nas pequenas cidades, a rua continuava igual e segura, como no tempo em que as crianças brincavam até tarde, esperando os gritos de suas mães chamando para entrar, aquela rua ficava segura até demais nas mãos dos amigos de infância.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; E mais estranho ainda, era parar em frente a casa, e com apenas dois passos olhar a vizinhança toda e ver que não só a velha casa, mas tudo naquela rua não havia mudado, mas tudo tinha acontecido, como de costume nas pequenas cidades, a rua continuava igual e segura, como no tempo em que as crianças brincavam até tarde, esperando os gritos de suas mães chamando para entrar, aquela rua ficava segura até demais nas mãos dos amigos de infância.</p>
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		<title>By: Mulher de fases (ou quem levou o livro da Maitê Proença) &#124; A vida como a vida quer</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-2#comment-1856</link>
		<dc:creator>Mulher de fases (ou quem levou o livro da Maitê Proença) &#124; A vida como a vida quer</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 14:30:42 +0000</pubDate>
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		<description>[...] No sábado, ao chegar ao Newscamp, fui recebida com comentários de que minha aparência não era mais de mais mãe e sim de executiva. E muita gente só puxou papo mãe comigo por conta do Desabafo de Mãe. Aí lembrei -e como não - dos estereótipos que se formam e dos mil preconceitos que rondam as pobres das mulheres que escolhem ser mais de uma coisa na vida.  Eu sempre fui jornalista, antes de ser mãe, sempre fui militante das causas que acredito, não sou politicamente correta (embora busque ser ética), sou consumista quando dá na telha (já disse que é meu lado B) e uma espartana quando acho bom sê-lo, sou meio irmã mais velha em tempo integral (Helton e Kaká que o digam), admito que vejo TV (a cabo) e nunca cometi orkuticídio e, mesmo não falando palavrão e nem gostando de cigarro, gosto de ir no bar e tomar chope black da Brahma com amigos. Lembram-se daquela música que dizia Complicada e perfeitinha? Mais ou menos naquela confusão&#8230; Bom, não era sobre mim nem sobre o Newscamp. Cumpro aqui um compromisso meu que já está atrasado: contar o ganhador do livro da Maitê Proença. Demorei mais do que tinha prometido, quis primeiro terminar a leitura do meu exemplar. Não li de sopetão como o Max, mas saboreei as aventuras femininas dela. Maitê se mostrou uma caixa de surpresas e eu fiquei honrada por saber que partilhamos o mesmo signo e assustada por notar a mesma espontaneidade e improviso em mim. Digo isto porque, como ela conta no livro, muita coisa boa e ruim adveio do seu jeito prático e meio &#8220;não estou nem aí&#8221; de levar a vida. Um exemplo foi o primeiro contrato que ela fechou com a Globo, no qual chegou querendo ser protagonista de novela das oito e de cuja reunião saiu com um contrato melhor do que o do Francisco Cuoco (na época, 1979, um galã global). Ela conta que sua negociação rendeu um contrato de 5 anos no qual foi mal-tratada e viveu no ostracismo dentro da emissora, duvidando até da sua capacidade de ser atriz - e ela só se achou na famosa Dona Beija, na TV Manchete. Em outros momentos, suas reflexões sobre a atualidade (como quando fala da China) guardam muita profundidade, mas são apresentadas com leveza, como nas discussões do Saia Justa, sem o peso de quem é catedrático no assunto, mas com a tranquilidade de um papo com uma amiga. Aliás, no mesmo estilo estão as várias lembranças de viagem dela. Quando ouvi Irene Ravache comentar no lançamento do livro (ela esteve lá interpretando trechos do livro enquanto Maitê autografava) que se surpreendeu porque amiga tinha viajado muito, não imaginei que fosse tanto! São incríveis tanto a experiência como mochileira dela, quanto a cultura que ela teve na sua formação familiar. E deve ser por isso mesmo que ela consegue conservar aquela aura de que não sabe de nada, deixando o que verdadeiramente tem de bom para as pessoas que conseguem ver sem preconceito. Li o livro assim e recomendo.   Mirian Bottan, que estava comigo na noite de autógrafos, também comentou sobre o livro no post Revendo conceitos. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] No sábado, ao chegar ao Newscamp, fui recebida com comentários de que minha aparência não era mais de mais mãe e sim de executiva. E muita gente só puxou papo mãe comigo por conta do Desabafo de Mãe. Aí lembrei -e como não &#8211; dos estereótipos que se formam e dos mil preconceitos que rondam as pobres das mulheres que escolhem ser mais de uma coisa na vida.  Eu sempre fui jornalista, antes de ser mãe, sempre fui militante das causas que acredito, não sou politicamente correta (embora busque ser ética), sou consumista quando dá na telha (já disse que é meu lado B) e uma espartana quando acho bom sê-lo, sou meio irmã mais velha em tempo integral (Helton e Kaká que o digam), admito que vejo TV (a cabo) e nunca cometi orkuticídio e, mesmo não falando palavrão e nem gostando de cigarro, gosto de ir no bar e tomar chope black da Brahma com amigos. Lembram-se daquela música que dizia Complicada e perfeitinha? Mais ou menos naquela confusão&#8230; Bom, não era sobre mim nem sobre o Newscamp. Cumpro aqui um compromisso meu que já está atrasado: contar o ganhador do livro da Maitê Proença. Demorei mais do que tinha prometido, quis primeiro terminar a leitura do meu exemplar. Não li de sopetão como o Max, mas saboreei as aventuras femininas dela. Maitê se mostrou uma caixa de surpresas e eu fiquei honrada por saber que partilhamos o mesmo signo e assustada por notar a mesma espontaneidade e improviso em mim. Digo isto porque, como ela conta no livro, muita coisa boa e ruim adveio do seu jeito prático e meio &#8220;não estou nem aí&#8221; de levar a vida. Um exemplo foi o primeiro contrato que ela fechou com a Globo, no qual chegou querendo ser protagonista de novela das oito e de cuja reunião saiu com um contrato melhor do que o do Francisco Cuoco (na época, 1979, um galã global). Ela conta que sua negociação rendeu um contrato de 5 anos no qual foi mal-tratada e viveu no ostracismo dentro da emissora, duvidando até da sua capacidade de ser atriz &#8211; e ela só se achou na famosa Dona Beija, na TV Manchete. Em outros momentos, suas reflexões sobre a atualidade (como quando fala da China) guardam muita profundidade, mas são apresentadas com leveza, como nas discussões do Saia Justa, sem o peso de quem é catedrático no assunto, mas com a tranquilidade de um papo com uma amiga. Aliás, no mesmo estilo estão as várias lembranças de viagem dela. Quando ouvi Irene Ravache comentar no lançamento do livro (ela esteve lá interpretando trechos do livro enquanto Maitê autografava) que se surpreendeu porque amiga tinha viajado muito, não imaginei que fosse tanto! São incríveis tanto a experiência como mochileira dela, quanto a cultura que ela teve na sua formação familiar. E deve ser por isso mesmo que ela consegue conservar aquela aura de que não sabe de nada, deixando o que verdadeiramente tem de bom para as pessoas que conseguem ver sem preconceito. Li o livro assim e recomendo.   Mirian Bottan, que estava comigo na noite de autógrafos, também comentou sobre o livro no post Revendo conceitos. [...]</p>
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		<title>By: Fernando André S.</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-2#comment-1908</link>
		<dc:creator>Fernando André S.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 20:12:14 +0000</pubDate>
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		<description>Parece impossivel mas conseguiu deixar a Maitê Proença feia perto de você!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece impossivel mas conseguiu deixar a Maitê Proença feia perto de você!</p>
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		<title>By: vlad drácula</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-2#comment-1907</link>
		<dc:creator>vlad drácula</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 19:27:30 +0000</pubDate>
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		<description>Congratulações caro Vinicius, seu texto realmente foi muito criativo... E, é mesmo, a WEB tem boas coisas à oferecer como os textos da Miriam e os da Maíra, e às vezes ganhamos coisas boas por ela... Genial essa idéia da Bottan-girl de fazer uma premiação literária via-blog... E eu espero um novo texto da bela Maíra para breve também...

D.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Congratulações caro Vinicius, seu texto realmente foi muito criativo&#8230; E, é mesmo, a WEB tem boas coisas à oferecer como os textos da Miriam e os da Maíra, e às vezes ganhamos coisas boas por ela&#8230; Genial essa idéia da Bottan-girl de fazer uma premiação literária via-blog&#8230; E eu espero um novo texto da bela Maíra para breve também&#8230;</p>
<p>D.</p>
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		<title>By: Vinicius Costa</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-1#comment-1906</link>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 15:11:41 +0000</pubDate>
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		<description>Quero deixar aqui os meus sinceros agradecimentos :D

Finalmente consegui ganhar alguma coisa na internet (além de vírus, spy-wares e trojans). :D Muito obrigado :D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quero deixar aqui os meus sinceros agradecimentos <img src="http://substantivolatil.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif" alt="D" class="wp-smiley" /> </p>
<p>Finalmente consegui ganhar alguma coisa na internet (além de vírus, spy-wares e trojans). <img src="http://substantivolatil.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif" alt="D" class="wp-smiley" />  Muito obrigado <img src="http://substantivolatil.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif" alt="D" class="wp-smiley" /> </p>
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	<item>
		<title>By: Bruno A. P</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-1#comment-1905</link>
		<dc:creator>Bruno A. P</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 14:48:06 +0000</pubDate>
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		<description>HAHAUHAUHAUH, é verdade, a história do cara ficou totalmente nonsense e engraçada. Também gostei dadele. boa escolha. E parabéns pro Vinícius. Até.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>HAHAUHAUHAUH, é verdade, a história do cara ficou totalmente nonsense e engraçada. Também gostei dadele. boa escolha. E parabéns pro Vinícius. Até.</p>
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		<title>By: Mirian Bottan</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-1#comment-1904</link>
		<dc:creator>Mirian Bottan</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 14:38:29 +0000</pubDate>
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		<description>Pessoal, parabéns a todos, vocês mandaram muito bem!

Mas devo admitir que, com essa minha quedinha para o &lt;em&gt;nonsense&lt;/em&gt; e o humor, o texto do &lt;strong&gt;Vinícius Costa&lt;/strong&gt; me conquistou pela originalidade! UAUahuHAUhauhA

Parabéns Vinícius!!!

Me manda um email pelo formulário de contato, pra gente combinar os detalhes do envio do livro, ok!

Bjos pra todo mundo, e valeu pela participação, galera! :D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, parabéns a todos, vocês mandaram muito bem!</p>
<p>Mas devo admitir que, com essa minha quedinha para o <em>nonsense</em> e o humor, o texto do <strong>Vinícius Costa</strong> me conquistou pela originalidade! UAUahuHAUhauhA</p>
<p>Parabéns Vinícius!!!</p>
<p>Me manda um email pelo formulário de contato, pra gente combinar os detalhes do envio do livro, ok!</p>
<p>Bjos pra todo mundo, e valeu pela participação, galera! <img src="http://substantivolatil.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif" alt="D" class="wp-smiley" /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Fábio Bruxel (Unk)</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-1#comment-1903</link>
		<dc:creator>Fábio Bruxel (Unk)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 13:23:49 +0000</pubDate>
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		<description>Cadê o resultado???

Vou chamar o MST pra invadir sua casa e exigir a reforma literária!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cadê o resultado???</p>
<p>Vou chamar o MST pra invadir sua casa e exigir a reforma literária!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Pastore</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-1#comment-1902</link>
		<dc:creator>Pastore</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 05:23:40 +0000</pubDate>
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		<description>Mas a casa tinha um segredo. Continuar com a mesma &quot;cara&quot; era a forma de esconder sua metamorfose. Invulnerável, sim. Imutável, não. As transformações que aconteciam dentro e fora dela serviam como energia para que pudesse camuflar sua inércia no tempo.
(Quem achou que fala-se de sentimentos humanos? A personagem é a casa e, não fosse por ela, nada aconteceria. - &quot;Casa de merda&quot;. &quot;Ótimo, continuem pensando assim&quot;. Dessa forma, passo pela singularidade inofensiva e sugo toda a energia que está perto.)
Mas, depois &quot;daquilo&quot; que sempre acontecia na casa, nada melhor que um cigarrinho para relaxar. Mas, opa, cadê essa porra de cigarro. Caiu na cama. Tá queimando tudo. Ô vício maldito. A casa está pegando fogo...
E a casa ardeu e libertou-se de si mesma porque estava de saco cheio de ser &quot;a casa&quot;. Tornou-se ausência de si mesma... ou não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas a casa tinha um segredo. Continuar com a mesma &#8220;cara&#8221; era a forma de esconder sua metamorfose. Invulnerável, sim. Imutável, não. As transformações que aconteciam dentro e fora dela serviam como energia para que pudesse camuflar sua inércia no tempo.<br />
(Quem achou que fala-se de sentimentos humanos? A personagem é a casa e, não fosse por ela, nada aconteceria. &#8211; &#8220;Casa de merda&#8221;. &#8220;Ótimo, continuem pensando assim&#8221;. Dessa forma, passo pela singularidade inofensiva e sugo toda a energia que está perto.)<br />
Mas, depois &#8220;daquilo&#8221; que sempre acontecia na casa, nada melhor que um cigarrinho para relaxar. Mas, opa, cadê essa porra de cigarro. Caiu na cama. Tá queimando tudo. Ô vício maldito. A casa está pegando fogo&#8230;<br />
E a casa ardeu e libertou-se de si mesma porque estava de saco cheio de ser &#8220;a casa&#8221;. Tornou-se ausência de si mesma&#8230; ou não.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Layla</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-1#comment-1901</link>
		<dc:creator>Layla</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 01:30:30 +0000</pubDate>
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		<description>Casa de merda. Servira de palco para “aquilo” e agora estava alí, impávida, invulnerável...

Nada me restava a  não ser devolver a ela todo o sofrimento, era hora de destruir as lembranças,apagar com chamas todos os gritos e todas as brigas.

Abri o porta malas do carro, reitirei uma garrafa de gasolina que estava alí caso faltasse durante a viagem de volta a cidade natal. Cheguei até a porta e retirei de debaixo do tapete velho, uma chave. Mania de minha mãe colocar uma chave reserva embaixo daquele tapete de 1,99 comprado na feirinha da rua Cegala. Entrei  e lembrei da minha infância correndo pela sala, rolando no chão com minha mãe, de momentos alegres, mas logo lembre do que realmente aquilo tudo significava para mim.

Agora todos os moveis cobertos com tecidos, retirei um por um, e vi novamente a mesa de jantar,a poltrona, e o banquinho que eu usava para tocar violão.
Fui derramando gasolina sobre a mesa, e todas aquelas lembranças. Chegando ao jardim, a grama já alta, avistei a ávore que foi simbolo do meu primeiro amor, meu nome ainda estava lá, feito com um canivete suíço, presente de tia Adélia. Encostei minha cabeça nela e alí fiquei por alguns instantes, de repente um flash passa pela a minha cabeça, lembrei de meu cafofo, para onde eu me recolhia quando as brigas de meus pais ficavam mais violentas, era um lugar até então perigoso, o forro da casa.

Com um pouco de dificuldade consegui subir,e matei a saudade das minhas bonecas que assim como a casa pareciam ter parado no tempo,chorei, e espalhei gasolina sobre o forro.

E ao final cheguei a parte da casa que mais me feria, o quarto dos meus pais. Foi lá numa noite de 1983 que ao perceber que meu pai estava com uma faca, corri para proteger minha mãe, o resultado foi entrar em como durante um mês, a faca que iria matar minha mãe tinha me atingido, ferindo meu pulmão, e me deixando aos braços da morte.

Depois disso, nunca mais vi meu pai,tabém nunca mais fui igual, toda aquela preocupação com  o futuro tinha acabado, seguia minha vida, me divertindo a viajando pelo mundo.
Consegui uma carreira respeitada, o meu dinheiro o meu carro, e um noivo, que completa até hoje todo o vazio.

Mas tinha que acabar de vez com o passado, joguei o resto de gasolina. Fui em direção a saída peguei meu isqueiro  acendi um diário em chamas, e fui em direção ao carro.

A casa se encheu em chamas, e enquanto os vizinhos me olhavam aterrorizados, entrei no carro liguei o som e saí cantando pneus, sorrindo com o vento aos meus cabelos.

Casa de merda, já me roubou a vida uma vez, quero ver depois dessa!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Casa de merda. Servira de palco para “aquilo” e agora estava alí, impávida, invulnerável&#8230;</p>
<p>Nada me restava a  não ser devolver a ela todo o sofrimento, era hora de destruir as lembranças,apagar com chamas todos os gritos e todas as brigas.</p>
<p>Abri o porta malas do carro, reitirei uma garrafa de gasolina que estava alí caso faltasse durante a viagem de volta a cidade natal. Cheguei até a porta e retirei de debaixo do tapete velho, uma chave. Mania de minha mãe colocar uma chave reserva embaixo daquele tapete de 1,99 comprado na feirinha da rua Cegala. Entrei  e lembrei da minha infância correndo pela sala, rolando no chão com minha mãe, de momentos alegres, mas logo lembre do que realmente aquilo tudo significava para mim.</p>
<p>Agora todos os moveis cobertos com tecidos, retirei um por um, e vi novamente a mesa de jantar,a poltrona, e o banquinho que eu usava para tocar violão.<br />
Fui derramando gasolina sobre a mesa, e todas aquelas lembranças. Chegando ao jardim, a grama já alta, avistei a ávore que foi simbolo do meu primeiro amor, meu nome ainda estava lá, feito com um canivete suíço, presente de tia Adélia. Encostei minha cabeça nela e alí fiquei por alguns instantes, de repente um flash passa pela a minha cabeça, lembrei de meu cafofo, para onde eu me recolhia quando as brigas de meus pais ficavam mais violentas, era um lugar até então perigoso, o forro da casa.</p>
<p>Com um pouco de dificuldade consegui subir,e matei a saudade das minhas bonecas que assim como a casa pareciam ter parado no tempo,chorei, e espalhei gasolina sobre o forro.</p>
<p>E ao final cheguei a parte da casa que mais me feria, o quarto dos meus pais. Foi lá numa noite de 1983 que ao perceber que meu pai estava com uma faca, corri para proteger minha mãe, o resultado foi entrar em como durante um mês, a faca que iria matar minha mãe tinha me atingido, ferindo meu pulmão, e me deixando aos braços da morte.</p>
<p>Depois disso, nunca mais vi meu pai,tabém nunca mais fui igual, toda aquela preocupação com  o futuro tinha acabado, seguia minha vida, me divertindo a viajando pelo mundo.<br />
Consegui uma carreira respeitada, o meu dinheiro o meu carro, e um noivo, que completa até hoje todo o vazio.</p>
<p>Mas tinha que acabar de vez com o passado, joguei o resto de gasolina. Fui em direção a saída peguei meu isqueiro  acendi um diário em chamas, e fui em direção ao carro.</p>
<p>A casa se encheu em chamas, e enquanto os vizinhos me olhavam aterrorizados, entrei no carro liguei o som e saí cantando pneus, sorrindo com o vento aos meus cabelos.</p>
<p>Casa de merda, já me roubou a vida uma vez, quero ver depois dessa!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Roberta</title>
		<link>http://substantivolatil.com/archives/revendo-conceitos.php/comment-page-1#comment-1900</link>
		<dc:creator>Roberta</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 22:22:35 +0000</pubDate>
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		<description>aimeudeeeeeeus... tô na maior expectativa. Bora esperar, fazer o q?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>aimeudeeeeeeus&#8230; tô na maior expectativa. Bora esperar, fazer o q?</p>
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