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Jul
  Risky Business – parte II

caminho-facil-ou-dificil

Pode soar meio new age da minha parte, mas tenho cá pra mim que o maior desafio do ser humano é se livrar de suas ideias fixas, pra ser feliz de verdade.

Depois de um tweet sobre o aniversário de 1 ano da minha vida de solteira, de 1 ano sem um namoro que já tinha se tornado problemático e de como me sinto mais feliz por isso, recebi um reply que me deixou muito encucada.  O assunto era o mesmo, mas o cara mandou à merda um casamento de 12 anos e diz ser agora o pai solteiro mais feliz do mundo. Até ai, tudo bem. Mas o que me matou foi a forma como terminou:  ”Por que eu demorei tanto?”

Confesso que essa frase me deu um medo gigantesco. Por que demoramos tanto?

Você continua naquele trabalho porque é natural acordar, trabalhar todo dia, todo o dia, ganhando o mesmo salário.
Você continua com aquela pessoa porque é mais do que normal papear com a familia dela, sua família perguntar por ela, sair com os mesmos amigos, dividir as mesmas situações, o sexo de sempre, as brincadeiras de sempre.
Você continua saindo com aqueles amigos porque se conhecem há décadas e dividem as mesmas coisas que divide com a sua/seu namorado/namorada. Menos o sexo. Ou não.

E não para pra pensar se o que você julga “natural, normal” na verdade já se tornou algo chato ou até infeliz, a que você continua agarrado. Seja pelo medo de soltar, seja por não ter pensando nisso ainda.

Não penso que seja só pela segurança. Há um fator de grande peso que deixamos de lado: ideia fixa.

É algo que nunca me desceu pela goela. Pensar em manter qualquer coisa da minha vida sem emoção, sem querer fazer acontecer, sem o gostinho da conquista, sem um algo novo, me sufoca.

Tudo o que começamos, seja um novo trabalho ou um relacionamento, é também uma busca por novas experiências, algo que nos acrescente mais do que temos até então. Uma espécie de troca, sabe? Você ensina e é ensinado. Mas quando chega o comodismo, é porque também chegou o maldito ponto em que nada mais vai te fazer crescer!

É como terminar a escola e querer voltar para o primeiro ano. Não vai mais ter cabeça para as mesmas piadinhas, não vai mais ter graça sem as companhias e não aprenderá mais nada de útil. Porque assim como nos estudos, a vida é feita pra ser vivida em etapas, conforme a sua necessidade de algo maior.

Continuar na mesma é dizer “te amo” todo dia, pra alguém que você trocaria por uma mariola.

Não há problema em arriscar novas amizades, um novo trabalho e buscar um novo amor. Mas talvez haja em continuar pra sempre neles achando que já é tarde ou ainda é cedo.



58 comments to “Risky Business – parte II”

Julia

July 29th, 2009 at 10:58 pm

Acho que as pessoas se viciam em círculos. É gostoso, sabe? A partir do momento em que as coisas ficam confortáveis, elas estragam. E isso tanto vale para coisas positivas como negativas. No conforto, é mais gostoso ser acariciado do que tomar um gole de verdade… e o gole de verdade é justamente a busca por coisas novas, é se arriscar, mas o medo é tão grande que trava todo mundo.

Como eu li num texto hoje: “A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.”

Beijo

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Izabela

July 29th, 2009 at 11:08 pm

Amo os texto da Maira… Aliás, linda foto no twitter, hein?

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bellamy

July 29th, 2009 at 11:10 pm

Interessante, após ler esse texto passei a ter certeza da incerteza. Não sei o que quero da vida :S

Ah, vou fazer um comentário super cabeça sobre o texto: achei legalzão rs

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Mônica

July 29th, 2009 at 11:22 pm

Muito bom… a maioria segue o caminho mais fácil porque é cômodo… esses são os infelizes, é mais fácil continuar com algo que não dá certo do que cair na real e procurar algo que realmente proporcione novos bons momentos.

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Vinny

July 29th, 2009 at 11:33 pm

Eu ia escrever algumas considerações a respeito do assunto e coisa e tal. Só que como de relacionamentos eu entendo bulhufas, prefiro relembrar uma famosa personagem de Tolkien, que se encaixa perfeitamente na situação (apesar de estar em outro contexto, mas tá valendo): Éowyn.

Quando Aragorn pergunta a ela o que mais temia, a resposta dela, brilhante e adequada para nós aqui, foi:

“Uma gaiola. Ficar atrás de grades até que o hábito e a velhice as aceitem e todas as oportunidades de realizar grandes feitos estejam além de qualquer lembrança ou desejo.”

É pedir demais almejarmos realizar grandes feitos?

PS.: Perdoem a nerdice, mas eu, como fã que sou da Éowyn, não pude deixar passar essa. #nerdpride

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Rafael

July 30th, 2009 at 12:09 am

Belo texto.

Na real, natural, natural mesmo, só chuva de meteoros na lua. (putz onde foi que eu vi essa frase?)

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Mário El-Corab

July 30th, 2009 at 12:22 am

Isso tudo só acontece porque somos criados para não correr riscos. Tudo que aprendemos durante a vida tenta tirar de nós a coragem de arriscar, de buscar coisas novas.

A sociedade impôs que as pessoas devem sair da escola, ir para uma faculdade e sair dela empregado, qualquer pessoa que fuja disso é criticada. E não ouse fazer o que ama na faculdade, porque para esta sociedade, música, artes e afins não é profissão, é coisa de vagabundo.

Talvez, seja essa criação que faz com que nossa geração seja tão “evoluída” em outros aspectos. Não nos deixam correr riscos em 90% das coisas que fazemos, então compensamos os riscos nos outros 10%.

Então, muitas vezes, somente aqueles amigos que conhecemos há decadas entendem porque fazemos o que fazemos, somente eles entendem tudo o que vivemos, afinal, com eles dividimos tudo da nossa vida. Menos o sexo. Ou não.

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lais

July 30th, 2009 at 2:05 am

Adorei o comentario do Mario.. Realmente.Como ja dizia Mirian ‘Quanto vale poder errar e acertar sem se sentir culpado, quanto vale se sentir vivo?’ Quanto vele se sentir vivo? Viver no comodismo, aceitar sempre tudo como está, é não poder olhar pra tras e dizer, tentei assim, mexi de cá , de lá, deu certo, depois acabou, e enfim, eu vivi aquilo.

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Andrey Masiero

July 30th, 2009 at 8:43 am

Mais uma vez o texto está show… e dessa vez conseguiu chacolhar o tico e o teco aqui…

Mas é isso ai… viver a vida sem medo de arriscar, de ser feliz… é o principal objetivo da minha vida a partir do começo deste ano…

Valeu!!! abraço a todos… e Guria vc é show de bola nos seus recados… Be happy!

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Roges Pizzatto

July 30th, 2009 at 9:28 am

Cedo ou Tarde está é a medida de tempo que devemos compreender qual é momento para realizar todos os nossos desejos.

Por isso amar tudo o que temos e que somos a cada dia é importante, amanhã podemos não ter a oportunidade de fazer tudo o aspiramos para a nossa vida, ter um novo amor, fugir da rotina, fazer uma viagem para o lugar dos nossos sonhos, então amar e viver hoje é o grande desafio da vida pois o que temos é o HOJE e o AMANHÃ pode não existir.

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Loading

July 30th, 2009 at 9:33 am

Belo(s) texto(s), menina(s)! ;]

Deixo aqui o meu blog, caso queiram conhecer os meus escritos: http://loadingk.blogspot.com

Beijocas!

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Mariana

July 30th, 2009 at 9:34 am

Concordo em partes. Ou discordo.

Muitas pessoas se acomodam. Muitas pessoas levam uma vida infeliz por falta de coragem de arriscar. Essas pessoas são infelizes no emprego, no amor, nas amizades… enfim.

Elas sentem medo de sei lá o que. Pensam que “se tá ruim, pode ficar pior”. É triste.

Mas não devemos desvalorizar as velhas amizades, ou um amor duradouro. O tempo decorrido não significa que não haja conquista, que não haja novidade, que não haja sexo de qualidade. Isso acontece quando o amor está presente. Mas nesses casos que vc citou, duvido que um dia eles realmente esteve lá. Do mesmo jeito, temos que ter em mente que os amigos (as pessoas, todas elas) mudam. E por isso mesmo não há marasmo.

E bom conhecer alguém como a palma da mão e, ao mesmo tempo, se espantar as vezes com essa pessoa (as vezes, com nós mesmos). É bom cultivar ao seu lado um amigo ou um amor que te entenda com um olhar, e que, mesmo assim, te surpreende qdo vc pensa que sua vida é uma calmaria entediante.

As piadas mudam, as brincadeiras mudam, nós crescemos, os assuntos mudam… Mas é tão bom ter um amigo de infância… Ou um amor pra vida toda…

Nós mudamos. Não dá pra achar que isso só acontece com a gte e que o resto do mundo fica igual, sempre.

Mas se vc desencanta definitivamente de alguém, ou de um emprego… Tudo bem também.

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andresinkos

July 30th, 2009 at 10:31 am

Vai muito além da idéia fixa, é se questionar os próprios valores e os valores culturais que acabamos aceitando, subliminarmente, durante toda a nossa vida. Não estamos acostumados a questionar o que está dando certo, só quando estamos insatisfeitos, e isso, geralmente, ocorre muito tarde. Comodismo, estabilidade e medo sempre estão nos travando, nos segurando, a sociedade funciona assim e quando alguém consegue quebrar essa barreira pode realmente buscar o que gosta e encontrar o verdadeiro eu.
É meio Nietsche e Shopenhauer e suas buscas eternas pela satisfação ou anulação das vontades, podemos ser felizes ignorando as vontades e sendo cegos ou realizando todas e acabando com nossas vidas?

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Ficar solteiro ou não? | S u s p e n s a . info | 4.0

July 30th, 2009 at 12:47 pm

[...] Como disse a Maira Bottan neste texto: [...]


Rafael Cividini

July 30th, 2009 at 2:02 pm

Gurias, os textos de vocês são muito inteligentes e inspiradores, estou gostando muito de ler [na real, nem sei onde descobri o substantivolátil, mas não importa, virei leitor].

Quanto à questão do “comodismo” citado neste post, eu concordo em partes, algumas delas com as quais até me identifiquei. Mas creio que a vida deve ser equilibrada, um meio termo entre o que você já conquistou e o que você ainda busca. Mas em cada “setor” da vida as coisas funcionam diferente.

Uma das melhores coisas é ter um amigo da infância. Se a convivência está repetitiva, você não vai mudar de amigo, mas sim mudar a forma de conviver, buscando fazer coisas diferentes.

Já na questão profissional, concordo plenamente. Nesse campo as pessoas devem arriscar mais. Conheço muita gente infeliz por causa do seu trabalho. Quando não dá mais certo e a sua felicidade está em risco: muda!

O comodismo, até certo ponto, pode ser uma coisa boa, pois te dá um pouco de garantia e segurança de ter algo sempre do jeitinho que você deixou pra quando precisar dele. Acho mesmo que a vida é para ser vivida em etapas, que chega um ponto em que as coisas passam, mas acho também que não custa nada levarmos um pouquinho dessas etapas na bagagem, para seguirmos adiante: ensinamentos, amigos, amores…
Adaptar o que temos [e que realmente vale a pena] aos nossos novos momentos, não simplesmente deixar tudo para trás.

Parabéns pelo blog.

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Ronaldo Costa

July 30th, 2009 at 2:03 pm

Acredito que hoje nos relacionamentos existe muito mais cobrança do que você deveria ser, ou o que a pessoa quer você seja. E acabam esquecendo de aproveitar o que você tem de melhor.

Num relacionamento devemos sim, sempre querer algo de novo, mas devemos procurar pessoas que também pensem assim, e não ficar realmente por comodismo. Eu acredito que 69%(!) dos relacionamentos começa com carência. E logo após a carência vem a fase do “mude-que-eu-continuo” e após varias tentativas frustradas vem a fase “é-voce-não-era-o-que-eu-pensava” e acaba-se o relacionamento.

A verdade é que se você não gosta e aceita a pessoa do jeito que ela é. Não tente mudar, ela pode até mudar, mas La na frente ela vai sentir falta dela mesma e vê que mudar por um amor não vale a pena.

Então quando encontrar alguém, devemos pensar duas vezes antes de levar um relacionamento a serio. Pensar duas vezes, por duas pessoas (2²). Por você e por ela. Seja por 1 mês, 1 ano ou 12 anos. Será que essa pessoa vale a pena uma noite ao menos? E nunca, nunca, deposite as suas esperanças ou ambições na outra pessoa, talvez ela não desfrute dos seus mesmos anseios, e talvez seja a hora de ver que ela não era pra você, ou que é realmente pra você, mas você tem apenas que aceitar a pessoa do jeito que é.

Belíssimo Post Maira. Continue nos dando textos, para que possamos saborear! )

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@anarina

July 30th, 2009 at 2:51 pm

Mandou bem, paçoca!

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Márjory Poison

July 30th, 2009 at 3:37 pm

BEM MINHA FRASE EH “NÃO DÁ PRA SER FELIZ SOZINHA!”

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JP

July 30th, 2009 at 5:26 pm

Sim, tudo mto legal e romântico, tbm penso assim! Mas infelizmente existe uma variável incidindo aí: “Não dá pra ter o melhor dos dois mundos!”. Trabalhos, relacionamentos, amigos, todos estão fadados à rotina e toda ação destinada a mudar isso é artificial e forçada.
Não creio que dê pra escapar.
Meu Deus, já pensei tanto sobre isso que me dá até tontura ler o que vc escreveu e lembrar o tanto de coisa que já concluí a esse respeito.
Resumindo… Acho que amor é o que se deve procurar! Tanto no trabalho quanto em relacionamentos! Acho que agente agora espera tanto pelo fantástico que acaba perdendo as coisas importantes de verdade! Paixão é um estado de espírito vil, inebriante, enganador. Mas ninguém pode dizer que não seja mágico e o melhor de todos, cheio de empolgação e novidades, however, contudo, entretanto, todavia, tem prazo de validade!
E aí? Qual a sua proposta? Ir desistindo de tudo à medida que tudo vai ficando enfadonho demais? E no final das contas? O que vai ser de vc?
Sabe, meu ideal de felicidade é achar alguém com quem eu fique a vontade até naqueles silêncios constrangedores, sem me sentir na necessidade de ser charmoso, sexy ou engraçado se assim não o quiser. Acho que amor é isso, ainda não sei se existe pra falar a verdade!
“married and bored, single and lonely!” Chris Rock

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Amanda Lira

July 30th, 2009 at 6:16 pm

Concordei muuito com tudo isso.
Parece que há um medo em cada um de nós que impede de sair do comodismo da certeza, sabe?
Sair de algo que já temos e partir pro desconhecido.
Acho que falta na gente um belo pontapé no bumbum e que venha acompanhado de um: “Cara, se mexe. Arrisque um pouco, sai dessa”.
Aliás…preciso que alguém me dê um desses.

Bjoo e parabéns a vcs pelo blog. (:

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Vitor Cid

July 30th, 2009 at 9:32 pm

Fez-me refletir bastante o texto, li a primeira vez em uma escapada do stress caótico do trabalho e fiquei com uma tremenda curiosidade de reler em casa e aqui o fiz. Várais coisas passaram pela caxola e uma delas é que fica complicado dizer o que é realmente essa parada de ideia fixa: afinal de contas todo mundo diz que quer mudanças, que ama mudanças e no fundo, o que mais se teme é a mudança.

Diz que é legal sair da rotina só que é igualmente temível não se ter as mesmas coisas para fazer. Meninas, vocês escrevem há quanto tempo no blog? Mesmos sempre tendo material novo acaba caindo na rotina e lá vem a ideia fixa novamente: escrevo ou escrevo. Vira nosso vicio e somos viciados em segurança (belo post também) e a segurança baseia-se em ideias fixas que nos ditam o ritmo da vida.

Pelo sim e pelo não, comentário geek, amo a metáfora dos irmãos Wachowski sobre a Matrix: e se nossa vida baseia-se em decisões e rotinas, os zeros e uns no binary, qual a diferença entre esta vida tediosa e um sistema de computador? Aí vale a dica hacker: sempre tem um jeito de burlar este sistema e aí surgem as mudanças e junto vem aquele baita medo de mudar…

Viagens… =)

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Thalita

July 30th, 2009 at 10:36 pm

isso tudo é como no amor, você passa 2 anos namorando uma pessoa e na hora de terminar você descobre que não era amor, e sim costume. E é assim que começa isso de ideia fixa, onde as pessoas se fecham em seus mundos, e não se preocupam em se arriscar em viver mais. o famoso ’sejoga, garoto.’

e é assim mesmo.

Parabéns pelo blog de vocês ADOROOOO D

Beeijos.

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David (nerdherd)

July 31st, 2009 at 12:24 am

Acabei de terminar com uma namorada de cinco anos. Tudo o que vocês duas escreveram se encaixa perfeitamente com aa nova fase da minha vida.
Sabe aquelas coisas que nunca falam para gente, e que sempre soam como cliches? Pode parecer óbvio, mas ninguem para para pensar nesses detalhes. òtimo post, me ajudou bastante.

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Heloisa

July 31st, 2009 at 3:03 am

Tenho pensado muito frequetemente no que você escreveu.. tentando descobrir se estou acomodada de fato. É díficil viu…

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Pan

July 31st, 2009 at 11:25 am

Nem sempre sair da acomodação significa jogar tudo pra cima e começar algo 100% novo. Você pode fazer isso buscando uma evolução da situação atual. Se não você acaba entrando em um círculo vicioso. Preso em sucessivos relacionamentos de 2 ou 3 anos, por exemplo. Claro que cada um trará novidades, emoções, etc. Mas muita coisa é “mais do mesmo”. E aí você acaba deixando de viver coisas diferentes. Experiências como construir uma vida juntos, executar planos, montar e criar uma família… Até mesmo aprender a abrir mão de algumas coisas. Isso tudo traz crescimento, traz felicidade. Ou pelo menos pode trazer.

Quase todo mundo é meio romântico, no sentido de que acredita que, se algo é realmente bom, ira evoluir naturalmente. Que um relacionamento bom de verdade não vai estagnar, vai desenvolver sozinho. Mas as coisas não acontecem assim. As vezes você tem que provocar a mudança, dar aquele passo. Só precisa avaliar se a situação “estagnada” em que você está tem o potencial suficiente para evoluir. E isso também se aplica a outras partes da vida, como trabalho.

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Malvadão

July 31st, 2009 at 12:15 pm

O instinto mais forte do ser humano, não é o de sobrevivência… É o de fazer o que é conhecido!
Bom ponto de vista.

Sucesso!

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Lecram Mello

July 31st, 2009 at 1:13 pm

“O que é que você perde, pra ganhar o que ganha?” do I
Acho que não é uma questão do que você perde, mas do que você perdeu pra ganhar o que ganha. De qualquer jeito, intrigante. Quando sabemos se já é tarde ou ainda é cedo demais?

Não conhecia o blog,
Bom texto!

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andre lagedo

August 1st, 2009 at 11:32 am

maira
tomo como exemplo o filme closer com a natalie portmann!
aquele momento no final do do filme em que ela fala que naquele minuto deixou de amar o cara!
ela pega as coisas dela e vai embora
veja bem, todos fazem o que gostam se voce entrou em circulo vicioso foi porque em algum momento voce gostou disto!! sim gostou!
porém vai ter um momento que voce nao vais mais gostar ! de fazer isso! e nao venham me dizer coisas do tipo ” eu não sei quando parei de gostar de fazer isto \de amar\ e blas blas blas da vida!
BULLSHIET BABY!!! todo mundo sabe o exato momento de quando deixou de gostar de algo ou de alguém! apenas uns tens mais coragen de se arriscar do que outros! E muito precisam de um pé na bunda do trabalho namorado(a) casa pra acordar.

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Karol Wojtyla

August 1st, 2009 at 4:33 pm

Mas já paramos para pensar que nem sempre viver com as mesmas pessoas, fazer as mesmas coisas significa que sejamos comodos? Já paramos para pensar que esse ideal de troca todo tempo é uma coisa natural e normal da vida jovem? Os textos são lindas, mas a prática é um pouco diferente da teoria. Vale a pena refletir sobre se podemos mudar ou não, mas vale a pena enteder que algumas vezes é melhor parar e saber do que gosta do que experimentar tudo e não gostar de nada e só entrar nessa para dizer que teve coragem de fazer…..

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Daniellsantana

August 1st, 2009 at 10:35 pm

raaaapaz, e não é que esse pessoal escreve bem !!!

bom texto.

http://www.daniellsantana.com/

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Karam

August 2nd, 2009 at 4:19 am

Oi, belo texto… parabéns. Sbre relacionamentos, vc já leu alguma coisa do Reich?

http://www.indicapira.com.br/padrao.aspx?texto.aspx?idcontent=4016&idContentSection=1979

um abraço

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Caloã

August 3rd, 2009 at 12:00 pm

É isso aê Maíra!

Nós temos medo de mudança! O ser humano é assim!

Mal sabemos que mudar é preciso e o quão pode ser bom isso.

Beijinhos e parabéns pelo texto.

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Ju

August 4th, 2009 at 12:25 pm

Não adianta, por mais que a gente queria fugir do comodismo, acabamos sempre voltando para ele …

Acaba sendo inevitável já que nada é para sempre, muito menos aquela sensação de “frio na barriga”. Uma hora ou outra a novidade acaba virando algo normal, o desafio já passa a não ser tão desafiador assim e então … nos acomodamos novamente até ter coragem de levantar e dar a volta por cima, jogar tudo pro alto começar de novo …

ahh isso cansa!

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Antonio

August 4th, 2009 at 9:57 pm

Medo de errar,nada pior.
Preferimos não arriscar.
Abraços.
Gostei de seus textos!

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Carolina Cruvinel

August 4th, 2009 at 10:02 pm

Horrível manter qualquer tipo de relacionamento, com qualquer coisa que seja, por comodismo, mas não creio que comodismo seja indicativo de que alguma coisa já não acrescenta mais nada. E tbm não se fala ‘eu te amo’ p/ quem você, supostamente, trocaria por uma mariola. Enfim, cada cabea uma sentença… Seu texto não deixa de ser interessante!

Sucesso!

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Will Joia

August 5th, 2009 at 10:14 am

Já dizia meu grande mestre (Prof. Tadeu, filosofia).. que o grande mal desse século é o “Comodismo”, não apenas em amores e desamores, nos empregos e na busca por novos amigos, e sim em tudo na vida, até mesmo o comodismo de não lutar pelos seus direitos, as pessoas estão cientes que estão sendo roubadas pelos impostos, e ninguem faz nada, estão todos vendo que há muitos políticos corruptos e não há mais grandes manifestações, ninguem botando a cara a bater para lutar pelos seus ideais. Ótimo texto Maira, inspirador!…

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ricardo penachi de camargo

August 5th, 2009 at 10:19 am

Fala aêh… só tome cuidado para não trocar uma ‘regra’ por ‘outra’… a frase mais besta que já cansei de usar em minha adolescência foi ‘O importante é se feliz!’… e há uma verdade nisso… só temos que cuidar para não nos tornarmos egoístas.

Ser feliz é resultado de uma construção de vida que passa por tornar o(s) outro(s) ao menos um pouco mais feliz(es)…

No fiundo sem o(s) outro(s) ninguém vive…

Neste Universo tudo – tudo mesmo – é interação, transformação. Não existe uma única molécula que exista só…

Então vale pensar com cautela, que o que nos sufoca somos nós mesmos.

Beijo, abraço, aperto de mão…

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Carlos Alberto

August 5th, 2009 at 2:53 pm

Olá Mirian,
Primeiro tenho que elogiar mais uma vez: ótimos posts, texto muito fluido e gostoso de ler. Achei o tema dos dois últimos posts em particular muito pertinente à questionamentos que vivo me fazendo. Sou uma pessoa muito “agarrada” na segurança, apesar de não ser suuuuper experiente, já arrisquei algumas vezes(em outras fui meio que levado pelas mudanças) e acabei por perceber que o que me faz bem é o que muda numa velocidade específica, preciso desse ponto de conforto. Admiro muito pessoas mais aventureiras, gostaria de ser uma delas algumas vezes me pego fazendo planos mirabolantes, mas no fundo, não sou essa pessoa. Também não sou um tremendo “roda presa”, parado e agarrado aos meus playmobils da infância e que não quer crescer, mas posso dizer que arrojado não é um adjetivo que vai bem para minha pessoa. Achei interessante o que você falou sobre a vida ser feita de fases. Depois de refletir sobre seu texto fiquei achando até que isso talvez tenha sido um ponto alto na argumentação. As fases da vida. Existem momentos para se arriscar, correr atrás, viver sem rumo, e tem também os momentos que uma vida mais “segura” pode ser mais adequado, depende dos seus objetivos. Não vou ficar me esticando mais, afinal cada um com suas experiências e aprendizados, mas o que me motivou a começar a escrever foi fazer uma pequena crítica: o último post me passou uma sensação meio ruim. Talvez não tenha sido sua intenção, mas fiquei com uma impressão que tudo na vida é descartável, amigos, pessoas amadas, escolhas, tudo tem que ser consumido e deixado para trás assim como as etapas da vida. Não estamos jogando vídeo game e passando de fase e deixando coisas para trás. Para fazermos novos amigos, tentarmos novas experiências, não precisamos largar tudo que conquistamos e nem continuar vendo essas coisas da mesma maneira. Não é isso, ou entendi tudo errado?
Espero poder continuar sempre lendo seu ótimos e inspirados textos!

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renan

August 6th, 2009 at 9:03 pm

demaiss

eu penso assim tb
mais axo bem dificil axar alguma pessoa q pense assim, axo q esta em extincao, mais namoros se resumem ao comodismo e trabahos tb arricar algo novo so q pra quem tem coragem, no minimo

muito bom o txto

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Trevis

August 7th, 2009 at 9:22 am

A parte mais díficil é abandonar a segurança sem ter medo de fracassar. Mas é preciso aceitar que o fracasso não é final, assim como o sucesso não pode marcar o fim da busca. )

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kinha

August 8th, 2009 at 6:22 pm

Uauuuuuu!!
Muito bom. Isto é lgo qu ecompartilho com vc. Sou da mesma opinião. Não se mantém nada pelo obvio e sim pela sensação de bem estar que provoca, porque a soma do bom e do ruim tem sempre saldo positivo ;o)
Mas ouso acrescentar a dificuldade de ser feliz, é isto mesmo, não estou maluca não!!!
TEm gente que se acostumou tanto com as brigas, confusões, que quando entra num realcionamento saudável, maduro, pira!!! Como assm? ninguém briga? Ninguuém descabela todo dia? Então é pq vc não se importa…..
Aff!!! E nem se toca que aprendeu tão bem, mas tão bem a ser infeliz, que nem percebe que o que chama de desinteresse, de falta de confusão, é apenas felicidade, só isto!
Sds.

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Mônica

August 10th, 2009 at 1:00 pm

Olá tenho 24 anos estou casada há 2 anos e penso q não mesmice nenhuma nos reacionmentos, eu não entendo isso de ” meu casamneto caiu na rotina ” .Eu penso que todo dia é um novo dia os desafios sempre vêem ao nosso encontro e a graça do casamento (pra quem ainda não sabe ) é SUPERAR as expectativas , os proplemas , e é por isso q as pessoas se casam ! vc escolhe o sujeito , o qual, vc ama e derrepente não ama mais???? bem a graça do casamento é realmente a superação sempre .Não existe relacionamento perfeito o q exixte é a motivação para convivencia harmonica é essa a graça do casamento e é por isso que as pessoas se casam . Ok pense nisso!Amar é uma escolha, escolha amar !

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Marcelo

August 10th, 2009 at 7:31 pm

Olá Maira,

Neste caso estamos falando de sequestro da subjetividade. Um roubo silencioso que nos leva de nós; acontecimento comum, mas não noticiado, que fragiliza e impossibilita o humano de viver a realização para a qual foi feito.
O ser humano se encontra em constante evolução. Nunca estará completo. A morte nos surpreenderá e ainda estaremos em processo de feitura. Um destes processos é a travessia: “da condição de indivíduos à condição de pessoas”. É simples. Nascemos indivíduos, mas a condição de pesso é um lugar a ser alcançado. Precisamos, pela força do aperfeiçoamento, chegar aos dois pilares sobre os quais o conceito de pessoa se estabelece. Ser pessoa consiste em “dispor de si e dispor-se aos outros”.
O sequestro da subjetividade é um acontecimento que atenta diretamente contra o primeiro aspecto deste processo: “a disposição de si”.
O sequestro do corpo é uma forma de roubo. Alguém foi materialmente levado de seu meio. Paralelo ao sequestro da materialidade, temos então a questão do sequestro da subjetividade, uma espécie de roubo que não é material, não possui cativeiros materiais, localizados, e que pode ter início nas relações que estabelecemos.

É sequestro de subjetividade todo o processo que neutraliza e impede o ser humano de conhecer-se, passando a assumir uma postura ditada por outros.

É sequestro de subjetividade quando alguém, no exercício de imaginar, projeta o outro como personagem, e com ele estabelece uma relação baseada na falsidade que despersonaliza e aprisiona. Jura a promessa de um amor eterno que se desdobra em cruel forma de prisão.

Bom o assunto é grande e se quiser saber um pouco mais é só falar!!!

Cordialmente.

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Guilherme

August 10th, 2009 at 8:47 pm

Só não entendo muito bem essa coisa de buscar um novo amor, acho que quando uma pessoa se decide a buscar um novo relacionamento ela pode até ficar mais longe de encontrar um verdadeiro amor, isso são coisas que tem que acontecer e que ninguém pode ir atrás, procurar sem saber o que procura.
Rotina me enjôo, mas olhando em volta isso parece quase inevitável, o esquema então é encontrar uma rotina perfeita e que sair da rotina seja tão rotineiro quanto a própria

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Vanessa

August 11th, 2009 at 9:36 am

É Maira, a grande verdade é que somos acomodados com a vida de sempre e nos esquecemos que não precisa ser assim. Quando nos damos conta de que podemos Pulaar temos medo da queda!
ótima crônica,
Bjs

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PriKka

August 13th, 2009 at 2:59 pm

Mais do que apoiada!
adorei o texto, vou visitar sempre )

Quem quiser: http://prikaoliveira.blogspot.com

beijos

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Cass

August 14th, 2009 at 3:47 pm

pra dizer adeus, pra dizer jamais…

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Filipe Gomes

August 17th, 2009 at 2:00 pm

Adorei o texto, e parabéns pelo blog.
Agora fazendo um comentário pessoal: Você está a cada dia mais linda, apesar de não te conhecer pessoalmente ainda, mas a gente acaba se esbarrando por aí.

Beijos!

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glaucia

August 18th, 2009 at 11:13 pm

Olha não sei qto a vcs…..
Mas as vezes eu quero tanto uma coisa,mas tanto,mas taaaaaanto……
Que qdo consigo,não quero mais……Vai entender né!
O mundo imaginário as vezes é tão bom,mas qdo a ficha cai,o chão se abre,
as contas chegam,a gente acorda…….aí fode tudo!!!
Então vamos levando a vida, empurrando com a barriga!
FORÇA NA PERUCA!!!
…Pois sonhar é bom….é de graça….e não engorda!!!!

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sexyhelpdesk

August 19th, 2009 at 3:39 am

Acho que a palavra que explica isso e vc mesmo citou no texto é COMODIDADE. Nós acabamos cõmodos com o trabalho, amor, família! Pq não podemos amar a todos por exemplos? Pq qtem que ser só um.. pq não amar a humanidade inteira.. não eu devo me apegar a um ser humano só.. isso é muito cômodo.. é muito mais fácil agradar a um do que a todos… Boa refexão.. Bjo do SHD!

Alberto do Sexy Help Desk publicou um post sobre.. Poesia dos Orgasmos Múltiplos

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Pathy

August 24th, 2009 at 2:05 pm

Puta merda Mirian, smp qdo acesso o blog, me vem algumas respostas…. sdd de vc pqna =eu. Ti adoru!bjs!

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Tiago F. Silva

August 25th, 2009 at 2:33 pm

Bom… acho que estou um pouco atrasado pra tentar discutir esse assunto e não li os comentarios (por preguiça msm) pra saber e alguém pensa igual eu, mas…
Será que o fato de as pessoas terem suas idéias fixas não seja pela insegurança que tem em mudar? Não no seu caso, já que vc disse que isso nunca lhe desceu goela abaixo, mas miisturando posts, “Um barco, no ancoradouro, está seguro. Mas não é para isso que os barcos são feitos”, porém minha insegurança me deixa receoso de sair e navegar fazendo com que que mantenha minha idéia fixa de que o ancoradouro é seguro e por isso ficarei por lá.
Enfim… é um exercício intelectual muito muito grande pra minha pobre cabecinha…
Belo texto… gostei bastante….

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Mariana

August 26th, 2009 at 11:54 am

faço minhas algumas palavras do texto:

POR QUE DEMORAM TANTO?!?!?!

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Juliana Garcia Sales

September 1st, 2009 at 11:41 am

Ai, Maira, lendo o seu texto me deu vontade de te contar várias coisas da minha vida, mas aqui não dá!!! D a gente tinha que se encontrar num boteco! xD

beijos!

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melker

September 4th, 2009 at 5:27 pm

gostei muito…

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Marcel

September 11th, 2009 at 2:24 pm

Uma vez li que:

A gente e como um estilete sem cabo.
Quer pegar, pega.
Só que não entramos nem saimos da vida de ninguém sem deixar marcas.
Marcas boas ou ruins.
Mas marcas.

Lâmina cada dia mais afiada.
Quer segurança?
Vai brincar com cotonete.
Nós não nascemos pra isso.
Curtimos pulso, sangue, intensidade.

É assim que é…

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Vanessa

October 25th, 2009 at 12:46 am

É incrível como vocês conseguem transformar (tão bem) em palavras as coisas que pensamos e sentimos as quais, às vezes, são dificeis de explicar.

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