Deus Ébom da Silva, muito prazer.

Se tem uma coisa que eu acho extremamente injusta nessa vida, é a gente não poder escolher o próprio nome. Eu nasci Mirian e ninguém me perguntou se eu gostava. Tudo bem, eu gosto, mas e se eu quisesse me chamar Ambrósia? Nada feito. Mirian não tem nada que a justiça considere um argumento plausível para que ocorra a mudança do nome.

No meu bairro, existe uma garota chamada Andrômeda, e seu irmão, Perseu.

Seus pais são fanáticos por mitologia grega e você que roda. E a coisa ainda pode ser pior, como com a Diretora de uma escola aqui perto, a Delícia. Dona Delícia. Você é mandado para a sala da direção e tem que prestar esclarecimentos a uma senhora de mais de 60 anos, chamada Delícia. É claro que você vai zoar, ainda que isso custe o complicamento da situação.

E a lista de nomes esdrúxulos é infinita. Dá uma olhada aqui.

Como não poderia faltar, uma versão estadunidense do assunto:

Finalmente, depois de várias tentativas, mamãe e papai vão a um consultório, para realizar uma ultra-sonografia. Aflitos, olham para a televisãozinha com as mãos dadas. Quando o doutor aponta: estão vendo aqui? Sim, vocês vão ter um bebê!

O papai sai pulando como doido, de felicidade: “Não acredito, é verdade mesmo!! É sério!!”. Pronto. O nome do bebê é 4real.

E depois ninguém sabe como se criam assassinos. Uma pessoa chamada 4real só pode mesmo sair matando geral. Começando pelos próprios pais.

Felizmente, de acordo com a justiça, os pais não podem registrar o bebê como 4real. A lei não permite números em nomes.

Provavelmente ele será registrado apenas como Real. Ufa.

Nem só de pão…

sem_papel_higienico.jpg

Não existe coisa mais maldita do que o sujeito entrar no banheiro e, após concluir suas tarefas de necessidade fisiológica, olhar pro rolo de papel e se deparar com a falta do rolo de papel. E a situação se agrava quando o infeliz está em lar alheio ou num estabelecimento comercial, por exemplo.

O papel higiênico é uma dessas coisas que a gente não dá a devida importância, até que nos faltem.

Uma cidadã norte-americana, concluindo norte-americanamente que sua atitude não seria notada, tal como os rolos que ficam num armário de despesa qualquer antes de cumprirem seu belo destino, resolveu roubá-los – de um armário de despesa de um estabelecimento. Afinal, papel higiênico não é de grátis, né.

Só que os funcionários começaram sim a notar a falta dos objetos em questão. E um dia a moçoila foi pega com a mão na massa. Ou naquele que a limpa. Nossa, que nojento. Desculpem.

Enfim, agora ela pode cumprir até três anos de prisão, por três rolos de papel-higiênico. Eu acho que não valeu a pena, mas também acho exagero, visto que a cagada(!) nem foi tão grande assim.

E pra completar, bem como eu já vi uma vez num post do Cardoso, uma situação dessas, só pode ser melhorada com uma piada pronta. Nome da cidadã: Butts.

Via: Metro 

Me trocar pela Lara Croft é declarar guerra!

i_147892.jpgNos primórdios do nosso namoro, há três anos e meio, o senhor meu cônjuge era um ser que participava aleatoriamente do mundo digital. Tudo bem, ele tinha um tijocelular e eu não, mas eu era uma interneteira de plantão e ele mal aparecia no meu ICQ, por estar sem computador. De qualquer forma, se não é útil o que fazemos, a glória é vã, e eu realmente não fazia nada útil no mundo virtual.

O fato é que deixei de dar graças aos céus quando o Mobilon voltou a ter contato com computadores, pois daí pra frente, a máquina substituiu o homem. Ou a mulher – no caso, eu. E passei a ter uma relação de amor e ódio com a tecnologia.

Computadores cada vez melhores, software disso e daquilo, celulares cada vez mais pra qualquer cousa que não seja falar, site, blog, estratégia maléfica para dominar o mundo e nem dançando o TCHAN eu ganhava disso tudo (brinks, nem tentei pq né).

Nesse caso, se não pode vencer, junte-se ao inimigo. Este blog é meio fruto desse ócio ódio, mas agora ele é meu filho, meu monstrinho e, hoje em dia, é perigoso sair briga pra ver quem checa estatísticas primeiro após um domingo inteiro na casa de parentes e longe da internê. Agora, se ele está no notebook, eu estou no celular (dele, claro) jogando e vice-versa. É mágico.

Mas não parou por aí. Quando eu achei que o nível mais alto já havia sido alcançado, que não houvesse mais nada no que eu tivesse que me envolver, surge o maior de todos os desafios: o Playstation II.

E como boa companheira que sou, fiz minhas exigências. Final Fantasy e Piratas do Caribe. O último SÓ por causa do Johnny Depp.

Eu poderia lançar uma campanha aqui, para as namoradas do mundo inteiro, trocadas por um mísero Playstation: Vamos superá-los. Vocês sabiam que as mulheres têm uma coordenação dos músculos pequenos melhor do que a dos homens? Não? Nem eu. Então assiste esse vídeo aqui, a partir do sexto minuto. É parte do documentário “A Era do Videogame”, produzido pelo Discovery Channel. Isso explica por que eu fui melhor no Guitar Hero.

E se você ainda duvida que as mulheres podem sim, leia a segunda parte dessa reportagem aqui.

Os homens não estão prontos, mas a revolução já começou. Quer jogar Pong? Eu pago.

Brava Gente

No último domingo, após aquela feijoada, e um pouco antes do Sr. meu pai dar início às suas teorias sobre discos voadores, alguém lançou uma discussão sobre línguas. Não essa que você ou eu temos dentro da boca. Essa que a gente fala. Filosofamos sobre a complexidade da Língua Portuguesa e sobre a Língua Inglesa ser universal por ser chula. Chula é uma palavra legal.

Enfim, essa semana o Mobilon me mandou um link sobre mudanças na ortografia da Língua Portuguesa, que me assustou um pouco. É bem mais que o desaparecimento do trema. A gente nem usa o trema! Linguiça é lingüiça com ou sem trema! Mas olhem:

Haverá eliminação do acento agudo nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”. O certo será assembleia, ideia, heroica e jiboia.

Isso são coisas que não se muda assim. A minha vida toda eu aprendi que jibóia tem acento. Eu me matei na segunda série pra não esquecer do acento da jibóia. E agora, sem mais nem menos, ela vira jiboia? Injustiça. A criança que aprender neste ano que jibóia tem acento, vai ter que desaprender no ano que vem.

Enfim, com tanta coisa pra se resolver neste país, resolvem é confundir ainda mais a cabeça do povo brasileiro, que já não é muito fã da sua própria língua. Hoje eu recebi um e-mail que faz rir, mas não devia.

Eis algumas das pérolas:

aflor.jpg

aulado.jpg

estasonam.jpg

marrar-animais.jpg

Como se não bastasse, a brava gente brasileira adora falar um gringuês:

baig.jpg

faiveestar.jpg

fleshe.jpg

owver.jpg

E também são muito ligados nos astros internacionais:

tiakenores.jpg

Não entendeu essa? Pensa um pouquinho.

Mas uma coisa é certa, esse povo sofrido e carente tá sempre disposto a ajudar. Até pro meu pai eu achei uma saída:

discosnabiblia.jpg

Cuidado com o que você busca, o Google te entrega!

online-boy-with-magn.jpg

Uma das partes mais interessantes em ter um blog, é saber de onde seus leitores vêm. Mais interessante ainda, é saber o que buscavam, antes de acabarem dando com as fuças por aqui. E não é por puro capricho. Desta forma, posso saber que tipo de pessoa vem até esse humilde blog de nome complicado, e por quê.

Saber o que as pessoas buscam é quase que uma pesquisa de opinião secreta, pois a maioria das pessoas não sabe que alguém pode saber o que – às vezes – tudo que elas não querem é que alguém saiba. Tendeu?

Como a menina que buscou “Como me tornar ana?” – Não, não era uma infeliz de nome engraçado querendo saber sobre leis para mudança de nomes, e sim uma guria procurando na néts alguns meios para “se tornar” anoréxica. Tipo, né.

Tem umas buscas também que a gente não entende, do tipo “Crianças sem celebro”. Sei lá, né. Aliás, se eu escrevi celebro por aí, alguém me avisa, porfa?

E às vezes você tem algumas surpresas. Uma vez, eu escrevi um post besta sobre um cara besta, o Jucelino da Luz. E não é que o cara é uma das buscas que mais aparecem, junto com a busca por crônicas de Fernando Verissimo! Fico triste.

Enfim, como eu disse no título, o Google te entrega e entrega MESMO. Além de disponibilizar seus mais íntimos desejos para os sites que você visita, ele disponibiliza para quem tiver seu login e senha do Gmail, os logs de buscas que você tenha feito, enquanto logado no mesmo, através do Search History.

Assim como a Coca-cola e o Orkut, eu te digo, meu amigo: O Google é obra do capeta.

Update: E a bizarrice não pára. Pérola de hoje: “Google Search: sapatos da moda para raparigas de 12 a 13 anos”.

Update2: Segundo nosso colega Phx, o Search History “não é habilitado por padrão, e assim só guarda suas pesquisas se você deliberadamente quiser isto”. Menos mal!

Guarda-chuva High Tech

Sim, você ainda não será um completo babaca viciado em tecnologia se não tiver um desses:

guardachuva.jpg

Afinal, certamente você não se imagina no meio de uma tempestade com o seu lindo e funcional smartphone em mãos, não é?

Mas com essa belezinha chamada “Pileus” você pode navegar na internet através de uma conexão wireless, tirar fotos ou fazer filmes. E pra não ficar com dor no pescoço de tanto olhar pra cima, você pode projetá-los nas poças d’agua. Legal né? Possui GPS e mais umas coisinhas também. Claro que você só vai usar em dias de chuva mesmo, afinal, andar de guarda-chuva no sol é coisa da sua vó.

Agora, deixando a propaganda de lado, será que nenhum infeliz pensou que ESSAS COISAS acontecem!?

Não é nada contra a tecnologia, mas às vezes eu tenho medo.

E só pra constar: Japão, é claro. Chequem o vídeo também.

Fonte: Metro