Sai, fone!

Logo que eu comecei com o Substantivolátil, o iPhone foi apresentado - e isso foi em Janeiro. Eu nas fraldas, tentando fazer contato com o mundo blogueiro, e aquele aparelhinho com o Nemo e o pai do Nemo de fundo, estava por tudo quanto é lado. Aliás, quando o Mobilon colocou aquela imagem no celular dele me deu até coceira.

Mas por que tanto burburinho? SÓ pq é Apple? Eu que nem entendo muito de tecnologia já pude perceber a mágica que envolve a maçã e o cara dono da maçã. É engraçado, na Fnac, em Campinas, eles tinham, logo na entrada, um expositor só com iMacs. Não havia um tonto que não parasse com a boca aberta por alguns segundos.

Enfim, vendo as fotos das filas para a compra do recém lançado iPhone, eu me dei conta da loucura que isso se tornou. Será que se todo mundo pudesse facilmente ter o dito cujo, ele seria tão cobiçado assim? Será que é tudo parte da mágica da maçã? Existem inegáveis contras que sequer estão sendo discutidos. Mas não sou que vou falar deles. Eu vou falar desse cara aqui. Ou desse. Dá facilmente pra comparar a expressão deles com a deste paquistanês protestando. Que medo.

Enfim, só faria jus a todo esse estardalhaço se a coisa fosse assim:

Conan - iPhone Commercial

Concorrência na Blogosfera

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Sim, você provavelmente já leu sobre isso em algum blog, mesmo que não fosse um meme, como é o meu caso. Fui convidada pelo Mario Nery, do Connected Minds, a falar sobre esse assunto controverso e ao mesmo tempo, tão simples.

Acho que acabarei sendo meio redundante em relação ao que já foi dito, já que parece que as opiniões não se modificam muito. Mas a minha resposta é: depende.

“Tá tentando ser original, é engraçadinha?”. Noup. Apesar de outros blogueiros enfatizarem um sim ou um não, na realidade, tudo que eu vi até agora foi um ‘depende’.

Simples, ao mesmo tempo que a concorrência existe, afinal, todo mundo quer leitores/visitantes, cada qual a seu modo, a blogosfera é, de certa forma, muito “hospitaleira”, com as trocas de links, indicações e etc.

Estou nesse meio há pouco tempo, mas quando cheguei, fui muito bem recebida. Blogueiros não são mafiosos que te metem um tiro na testa se você estragar seus negócios. São gente boa, trabalham de forma integrada, até porque, o leitor só consegue sentir antipatia por blogueiros que trabalham sozinhos na concha. Não tem coisa mais nojenta do que um blogueiro atuando como pastor e distribuindo regras-para-o-sucesso-provenientes-do- cara-mais- esperto-do-mundo-que- não-vai-interagir-com-você-por-que-você-é-um- nada-Volume-1. Mas, infelizmente, isso ainda ocorre numa panelinha blogosférica (isso soa grande) que se julga boa demais para os novatos.

O negócio é o seguinte truta: eu escrevo porque eu gosto, se você gosta do que eu escrevo, ótimo! Se você gosta de tecnologia, vai pro Tecnoblog, que isso não é comigo. De nada, Mobilon. Você não vai comprar maçã, se estiver afim de comer banana.

Passo a banana pro Bender, pro Copiador (que acabou de reclamar que a blogosfera o irrita), e pro Gera (juntamente com os Irmãos Brain). Por que isso é cooperação: se eu tenho que responder mais um meme, vocês vão comigo. :lol:

Deus Ébom da Silva, muito prazer.

Se tem uma coisa que eu acho extremamente injusta nessa vida, é a gente não poder escolher o próprio nome. Eu nasci Mirian, e ninguém me perguntou se eu gostava. Tudo bem, eu gosto, mas e se eu quisesse me chamar Ambrósia? Nada feito. Mirian não tem nada que a justiça considere um argumento plausível para que ocorra a mudança do nome.

No meu bairro, existe uma garota chamada Andrômeda, e seu irmão, Perseu.

Seus pais são fanáticos por mitologia grega e você é quem paga o pato. Cool. E a coisa ainda pode ser pior, como com a Diretora de uma escola aqui perto, a Delícia. Dona Delícia. Você é mandado para a sala da direção e tem que prestar esclarecimentos a uma senhora de mais de 60 anos, chamada Delícia. É claro que você vai rir. E se encrencar um pouco mais.

Ás vezes eu penso que coisas como essa só poderiam ser fruto de depressão pós-parto. Só assim pra um ser humano ferrar o outro desta forma para o resto da vida. E a lista de nomes esdrúxulos é infinita. Dá uma olhada aqui.

Como não poderia faltar, uma versão estadunidense do assunto:

Mamãe está com a tortura mensal atrasada. Finalmente, depois de várias tentativas. Mamãe e papai vão a um consultório, para realizar uma ultra-sonografia. Aflitos, olham para a televisãozinha com as mãos dadas. Quando o doutor aponta: estão vendo aqui? Sim, vocês vão ter um bebê!

O papai sai pulando como doido, de felicidade: “Não acredito, é verdade mesmo!! É sério!!”. Pronto. O nome do bebê é 4real.

E depois ninguém sabe como se criam assassinos. Uma pessoa chamada 4real, depois de aguentar anos de gozação, só pode mesmo sair matando. Começando pelos próprios pais.

Felizmente, de acordo com a justiça, os pais não podem registrar o bebê como 4real. A lei não permite números em nomes.

Provavelmente ele será registrado apenas como Real. Melhora bastante, né?

Nem só de pão…

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Não existe coisa mais maldita do que o sujeito entrar no banheiro, e após concluir suas tarefas de necessidade fisiológica, olhar pro rolo de papel e - P&*$%! Acabou o papel! - Certo? Certo mesmo. E a situação se agrava quando o infeliz está em lar alheio, ou num estabelecimento comercial, por exemplo.

O papel higiênico é uma dessas coisas que a gente não dá a devida importância, até que nos faltem. Como um zíper quebrado, ou algo que o valha.

Uma cidadã norte-americana, concluindo norte-americanamente que sua atitude não seria notada, tal como os rolos que ficam num armário de despesa qualquer antes de cumprirem seu belo destino, resolveu roubá-los - de um armário de despesa de um estabelecimento. Afinal, papel higiênico não é de grátis, né.

Só que os funcionários começaram sim a notar a falta dos objetos em questão. E um dia a moçoila foi pega com a mão na massa. Ou naquele que a limpa. Nossa, que nojento. Desculpem.

Enfim, agora ela pode cumprir até três anos de prisão, por três rolos de papel-higiênico. Eu acho que não valeu a pena, mas também acho exagero, visto que a cagada(!) nem foi tão grande assim.

E pra completar, bem como eu já vi uma vez num post do Cardoso, uma situação dessas, só pode ser melhorada com uma piada pronta. Nome da cidadã: Butts.

Via: Metro 

Me trocar pela Lara Croft é declarar guerra!

i_147892.jpgNos primórdios do nosso namoro, há três anos e meio atrás, o senhor meu cônjuge era um ser que participava aleatóriamente do mundo digital. Tudo bem, ele tinha um tijocelular, e eu não, mas eu era uma interneteira de plantão, e ele, mal aparecia no meu ICQ (bons tempos), por estar sem micro. De qualquer forma, se não é útil o que fazemos, a glória é vã, e eu realmente não fazia nada útil no mundo virtual.

O fato é que deixei de dar graças aos céus quando o Mobilon voltou a ter contato com computadores, pois daí pra frente, a máquina substituiu o homem. Ou a mulher - no caso, eu. E passei a ter uma relação de amor e ódio com a tecnologia.

Computadores cada vez melhores, software disso e daquilo, celulares cada vez mais pra qualquer cousa que não seja falar, site, blog, estratégia maléfica para dominar o mundo!

E nem dançando o TCHAN eu ganhava disso tudo. (Apesar que dançar o tchan seria ladeira abaixo, né, amiga.)

Nesse caso, se não pode vencer, junte-se ao inimigo. Este blog é meio fruto desse ócio ódio, mas agora ele é meu filho, meu monstrinho, e hoje em dia, é perigoso sair briga pra ver quem checa estatísticas primeiro após um domingo inteiro na casa de parentes e longe de um micro. Agora, se ele está no notebook, eu estou no celular (dele, claro) jogando, e vice-versa. É mágico.

Mas não parou por aí. Quando eu achei que o nível mais alto já havia sido alcançado, que não houvesse mais nada no que eu tivesse que me envolver, surge o maior de todos os desafios: o Playstation II.

O desafio foi lançado. E como boa namorada irritante companheira que sou, fiz minhas exigências. Final Fantasy e Piratas do Caribe. O último SÓ por causa do Johnny Depp.

Eu poderia lançar uma campanha aqui, para as namoradas do mundo inteiro, trocadas por um mísero Playstation: Vamos superá-los. Vocês sabiam que as mulheres têm uma coordenação dos músculos pequenos melhor do que a dos homens? Não? Nem eu. Então assiste esse vídeo aqui, a partir do sexto minuto. É parte do documentário “A Era do Videogame”, produzido pelo Discovery Channel. Isso explica por que eu fui melhor no Guitar Hero.

E se você ainda duvida que as mulheres podem sim, leia a segunda parte dessa reportagem aqui.

Os homens não estão prontos, mas a revolução já começou. Quer jogar Pong? Eu pago.

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