Da alma. Ou do bolso?

Valha-me Deus! Não precisei de mais do que um mês de “atividade bloguística” (que desgraça), pra entender que falar de monetização de blogs é cutucar a ferida. Ou as onças. Com as pontas dos dedos.
1. To be or not to be Problogger? That’s THE question. - Eu gosto de escrever. Eu definitivamente gosto de ganhar dinheiro. Se eu puder ganhar dinheiro sem levantar a bunda da cadeira, fazendo o que eu gosto, quando quero, aplausos pra mim. Só que isso não me torna a 8ª maravilha do mundo.

Se eu escrevo e não ganho, pode ser que eu não me importe, ou pode ser que eu não consiga. Em ambos os casos, meto meu rabo entre as pernas e não vou reclamar de quem faz e acontece. Se eu reclamo, pode ser que o ítem 2 me incomode.

2. Qual é a do Problogger? - Ok. Agora eu sou um cara legal, com um blog legal, que todos amam. Se não amam, é porque tem inveja. Só pode.
Afinal, o que mais alguém pode querer da vida, além de ganhar dinheiro sentado, escrevendo sobre como ganha dinheiro sentado?!

[falando sério] O problema neste ítem, caros leitores, é que o fato de eu ganhar fazendo o que gosto, já deveria me deixar feliz o suficiente a ponto de eu não ter a necessidade de discutir com Deus e o mundo pra provar que sou Problogger, sou grande e sou pioneiro (aliás, pioneiro não era o outro?) e deixar subentendido quase que um ‘pretendo virar lenda, se me permitem’, e acabar que um ou outro post bom role só de vez em quando no meio de tantos Adsenses, Probloggers e discussões maçantes que só causam uma coisa - unsubscribe. [/falando sério]

3. Qual era mesmo aquela do peixe pequeno!? - A intenção aqui não é ofender nem puxar a sardinha (não, não era essa a do peixe). Eu posso ter um blog pequeno e tirar uma grana. E pode ser que não seja com o Adsense, pode ser que eu nem goste do Adsense. Mas pode ser que eu não consiga. Meto o rabo entre as pernas², e/ou vou atrás de informação. Ou dou ênfase ao que eu acho que funciona. E aí meus amigos…

4. Do bolso. - … pode ser que um dia eu acorde à uma da tarde, sente em frente ao meu lindo micro (sem essa da configuração, isso é com o Mobilon), pensando na minha conta gordinha. É claro que eu vou me gabar. Vou estar com aquele sorriso de satisfação, e posso até me santificar nomear “Problogger”. E vai ser nessa hora que, ao invés de transformar isso no tema da minha vida, eu vou parar e dizer: Vai lá fia, e faz alguém rir hoje.

Que dizer? Da alma. ;)

Seu animalzinho de estimação morreu? Transforme-o em Diamante. Se não, crie um Orkut pra ele.

Uma hora acontece. Gatos, cachorros, cavalos, papagaios, cobras, lagartos (para os mais excêntricos)… cedo ou tarde a história de amor acaba, com os bichos enfiando o pé na cova (a menos que vc tenha uma tartaruga, aí é provável que ela chore a sua morte).

E o que fazer? Nada. Você chora, as crianças choram, o cadáver é colocado numa caixinha e enterrado no quintal. Pronto. Fim. Se você é um ser humano normal, um tempo depois compra outro bichano e todo mundo esquece.

diamant.jpgMas há quem se ligue de uma forma mais profunda ao seu amigo não humano. Para essas pessoas, existe um novo serviço oferecido pela empresa Cambridge Pet Crematorium (PCP), na pacata vila de Thriplow, na Inglaterra. Trata-se de transformar seu animalzinho em diamante!

Foi isso mesmo que vc ouviu (leu). O animal é cremado, e o diamante feito a partir de componentes presentes nas cinzas. Weird, man!

Segundo o dono da empresa, Duncan Francis: “Ter um belo diamante feito a partir das cinzas do animal, proporciona um elo eterno que algumas pessoas podem achar muito confortador.” Então tá, né.

logo_petkurt_p.gif
E para os mesmo donos corujas mas com os bichinhos ainda vivos, existe o Petkurt, um site de relacionamentos, só que para os animais (o que, na minha opinião, foi mais uma desculpa para criar uma cópia descarada do nosso amigo aniversariante, pois possui também o perfil completo do dono, com perguntas e repostas idênticas às dos perfis do Orkut).

Mas de qualquer forma, quem tem um bicho, gosta dele, e tem menos do que eu pra fazer na internet pode achar interessante.

O perfil do animal possui perguntas como: “Mora com os donos?” , “Quando você está mal o que seu dono faz?”, ou “Qual a coisa mais estranha que você gosta de comer?”, e ainda existem as comunidades, “Eu como Biscrok”, “Tomo água do balde “, ou ainda “Eu amo meus humanos”.

Então tá, né. De novo.

O Grito

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Depois de O Grito e O Grito 2, agora baseado em fatos reais:

O Grito 3

Cinco coisas que você não sabe sobre mim.

Mais uma vez convidada pelo Sr. Mobilon, através do Futilidades. Ele só não percebeu que essa rolou lááá no começo de Janeiro. :lol: Mas como eu não tenho nada pra fazer no momento, vale pra distrair.

  1. Eu sou uma anã. - Ok, quase. Escapei do título por 3 cm, tenho 1.53m, enquanto o excelentíssimo sr. meu cônjuge mede nada mais nada menos que 1,90m e mais uns quebrado. Lindo isso. Não imaginem.
  2. Eu sou fotógrafa. Ou fui, sei lá. - Trabalhei por dois anos num estúdio fotográfico fazendo books de madames metidas, mocinhas emergentes e bebês que definitivamente odiavam ser fotografados.
  3. Fui uma criança prodígio (e encapetada). - Aprendi a ler sozinha, aos 4 anos e meio. Aos cinco minha mãe me levou a uma psicóloga, com medo de que eu tivesse um tumor na cabeça. No mesmo período, eu fugi da creche sem que ninguém visse, e vivia fugindo de casa também. Uma das vezes, me encontraram no mercado da rua de cima de casa, com uma cesta na mão, fazendo compras. [Lembrete: 4 anos!] [Lembrete 2: Eu não tenho um tumor na cabeça.]
  4. Eu canto. - Na verdade, hoje só depois de duas ou três latas de cerveja e muita gente cantando junto no começo. Mas cantava numa bandinha de meninas há uns 4 anos. Nunca me jogaram nada. Mas pode ter sido por dó.
  5. Eu sou macho. - Não, não sou lésbica. Só me falta um pouco de delicadeza 90% do tempo às vezes. Isso me rendeu apelidos como Mirão e Mirian Bravo.

Obviamente, a retardatária não vai convidar ninguém. Por motivos óbvios de ‘quem tinha que fazer, já fez’. Mas se alguém quiser, tá em aberto. :)

Droga do esquecimento

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Uma série de experimentos conduzidos por um grupo de pesquisadores de Porto Alegre está ampliando a perspectiva de que, no futuro, seja possível criar uma droga do esquecimento.

Interessante. Ignorando-se o fato de o ser humano ser, em sua maioria, um tipo aproveitador e egoísta. Vejamos a intenção dos “inocentes” pesquisadores:

“Se existir um jeito de apagar memórias particulares, a indústria farmacêutica não deixaria de faturar em cima. Venderia mais do que Prozac e Viagra juntos”, diz. O medicamento poderia servir, por exemplo, para tratar casos de estresse pós-traumático, de soldados a vítimas de violência urbana.

Alguém aí já viu Brilho eterno de uma mente sem lembrança? A moça, cansada de brigas, resolve “apagar” seu namorado de suas memórias. Ele, por sua vez, ao descobrir o que ela fez, também se livra das lembranças relacionadas à rapariga. Uau! Que inteligente!

  • Meu pai morreu (credo, eu sou péssima em exemplos). Pra que sofrer? Esqueça-o e seja feliz! :)
  • Meu namorado me chutou. ” Mãe, passa na farmácia e me compra um Esquecil (uuuuhhh!) por favor.”

Dá pra imaginar a banalização da coisa?

Como disse Martín Cammarota, neurocientista e um dos pesquisadores do grupo:

“As memórias dizem respeito a quem somos nós. Nós somos o que nós lembramos que somos.”

Falou e dizeu! :lol:

Fonte: Nesse Instante

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