10
Jun
  Sexta-Feira 12

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Aí marquei um chopp pra Sexta, com uma galera-gente-boa random. Porque, ah, eu estarei em Sampa pra dois trampos no dia e ninguém ia fazer nada, mesmo. Uma parada durante a manhã, tarde livre e a outra à noite, antes da farra.

-Nossa, na noite de Sexta, wtf?

-É que é uma parada com o d… dia dos… namorados… que é na… Sexta? Orra, meu! Esqueci o dia dos namorados!

Né, esqueci. Mesmo com as propagandas todas, não me liguei no dia, não calculei nada, caguei pro dia dos namorados.

Aí hoje, parei cinco minutos pra correr os olhos pelas fofocas twiteiras e pronto:

“Odeio o dia dos namorados.”

“Mais um dia dos namorados sozinho(a)”

“Sexta é dia de me enfiar embaixo das cobertas e esquecer do mundo.”

Gentem, na boa, vai todo mundo pra benzedeira, credo!

Olha só, se liguem-se no que eu vou compartilhar. De todos os anos que eu namorei (os quase oito) eu não me lembro de nenhum dia dos namorados em especial. Sério. Isso porque quando chegava esse dia maldito, TODOS os restaurantes estavam lotados, os motéis lotados, os banco de praça lotados, o bar do Zé lotado, o bar da Loira Drink’s lotado e nem os véio saíam tempo suficiente pra armar uma em casa (mãe, você optou por acompanhar o blog, mas eu decidi fingir que não).

Ou seja, era mais fácil planejar uma noite especial a dois em qualquer outro dia do ano, a não ser que programasse tudo dois meses antes. Coisa que sempre tem 90% de chance de dar merda, simplesmente por não poder dar (um pouco de imaginação e isso vira um trocadilho).

Isso sem contar a porra da obrigação do presente. Eu sou do tipo que tá indo almoçar, vê uma roupa/perfume/cd que ele vai gostar e compra. Pode ser no dia 10 de Novembro, que é dia do trigo (que é pra não ter espaço pra tesão nenhum), simplesmente pra ver a felicidade do outro. Daí eu não vi nada legal, não faço idéia do que comprar, mas preciso.

Depois de anos de namoro, você ainda corre o risco de comprar pela obrigação e o lazarento esquecer o teu.

Enfim, meus argumentos não são apenas pelo “capitalismo disfarçado de sentimento, URRA!”. Porque datas como o Natal e a Páscoa, por exemplo, ainda te mandam pra casa, reúnem a família, vai todo mundo pra casa da vó encher a pança e passar um tempo junto, inclusive parentes que moram fora e você só vê algumas vezes por ano. Tipo, só nessas datas. Enfim, nem essa desculpa o dia dos namorados tem, porque, salvo um ou outro caso, os namorados se encontram e se pegam regularmente.

Pra ser sincera, o ano em que essa data mais me marcou foi o último, por ser o primeiro em que eu não estava oficialmente namorando, mas ao mesmo tempo estava num chove-não-molha, que não me deixava nem esquecer do dia, nem querer lembrar, aí confundiu a mente.

Mano, eu lembro que rolou a tag TPDN, ou “Tensão Pré Dia dos Namorados”, no Twitter. Pra quê, né gente, que fim de carreira.

Então assim, o ponto é: se a falta de um namorado te incomoda, eu presumo que te incomode o tempo todo, todos os dias, ou pelo menos no fim das baladas e nos dias frios, e não SÓ nos dias que antecedem a datinha florida. Então para de bancar a rosa da Fera quando tá caindo a última pétala, que é irritante (com a rosa eu ainda choro). Os casais NÃO se multiplicam nessa data, muitos deles voltam pra casa e brigam depois do jantar, muitos outros dão uma trepadinha marromenos no estilo do presente, outros ainda não completaram nem dois meses de namoro, esses estarão super apaixonados e felizes todos os dias, é você que só vai reparar nisso nessa noite em especial.

Comemora a independência da Rússia, o dia do Beagle, o aniversário do Maguila e a fundação do Figueirense Futebol Clube, mas não fica aí chafurdando em auto-piedade.

Pega a grana que você não vai gastar com ninguém e marca um chopp com uma galera, enche o saco daquele camarada que tá borocoxô porque terminou com a mina, manda ele tomar no cu e curtir a noite. E curta também.

Lembre-se que, ao menos, caiu na Sexta. Além disso, Sexta-Feira 12 deve ser algum sinal.

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horadobeijo_logotipoUpdate: Se você resolveu ficar em casa debaixo das cobertas com um vinhozinho e a sua tampa, se liga nessa: amanhã, das 22h às 23h, o Boticário traz a transmissão de um bate-papo com uma galera-blogueira-gente-boa random – incluindo essa que vos fala! – sobre o elemento chave de qualquer pegação relação, aquele que entrega logo de cara a química da parada, ou a falta dela: o beijo!

Durante essa horinha hot hot, vamos descobrir histórias sobre os primeiros, os últimos, os melhores e os piores beijos da vida desse povo e de quem mais quiser participar do papo, através do chat.

E no meio dessa conversinha descolada, às 22h22, esteja bem pertinho da sua rapariga ou do seu moço, pra lascar-lhe uma bitoca, porque essa vai ser a hora oficial do beijo (ainda tô pensando #comofas// sem namorado, talvez eu beije o garçom)!

Te beijo vejo amanhã?







21
May
  No rancho puto

Quando a mãe Bottan me perguntou se eu topava me juntar à caravana familiar rumo a três dias em um rancho durante o feriado, eu logo me empolguei. Afinal, sempre foi a maior diversão aqui em casa: trilhas, pescarias, ficar longe da bagunça da cidade e perto da natureza, nem que a gente precisasse abstrair o meu pai imitando mugido de vaca incansavelmente.

Conferi o site da bagaça, era belo! Lago, pra pescar, cavalos, piscina, uma bela casa e pra completar, rolava até usar a internet da dona da bagaça pra gravar um podcast que estava combinado pra sexta. Score, score, COMBO!

Então partimos, na sexta, pouco antes do almoço. Seriam três horas de viagem até a região de Miguelópolis, onde ficava a rancheira. Passando pela cidade, um sentimento estranho tomou conta da galere, porque, tipos, Miguelópolis era um bairro. Tipos que tinha um posto de gasolina de 5 metros quadrados. Tipos que são 3 farmácias, que revezam o”plantão” aos domingos. Tipos que tinha um outdoor parabenizando a cidade pelos seus SESSENTA E QUATRO anos.

O meu avô é mais velho que isso. Imagina que, se a origem da cidade foi um cara que se perdeu e resolveu parar ali e formar uma família, esse cara ainda tá vivo! Creepy.

Tá, aí passamos os dois quilômetros de cidade fantasma e dobramos mais dois em direção ao paraíso. Avistamos vacas. Mais vacas. Um boi. Outra vaca. No fim da estrada, a casinha do porteiro, com outras vacas around. Mais uns metros e o porteiro parecia cada vez mais com a minha tia. As filhas do porteiro pareciam… as minhas primas. Desejei sinceramente que eles estivessem gentilmente tomando um café com a galere da recepção. Mas não, era o milagre da fotografia aumentado cinco cômodos na casa e transformando a piscina de 3 mil litros numa piscina olímpica. Sad trombone ecoou na minha mente por uns minutos, até o espírito aventureiro voltar. Afinal, quem precisa de conforto pra curtir a natureza? Bóra caçar a emoção!

E foram até a recepção –  essa sim, uma senhora casa – perguntar sobre as opções. Após descobrir que internet não era uma delas (o que já era de se esperar, àquela altura), a segunda mais esperada era cavalgar! E descobrimos que eram três cavalos, mas um havia morrido. Coitado, tudo bem, a gente revezava dois. “Então, mas um é muito bravo e o outro, bem, se colocar a cela, ele empaca. Mas dá pra colocar o bicho na charrete, aí ele vai.”

Nesse momento, descobrimos que não ia rolar cavalo, mas que ao menos as vacas tinham conseguido uma cambada de burro como companhia pro final de semana. 

Quando o cavalo empacou com charrete e tudo, disparou na minha cabeça um LOL LOL LOL LOL LOL LOL LOL LOL LOL LOL, que durou até domingo.

Mas a emoção de perder o sono no meio da noite e ao dar uma volta lá fora, ficar na dúvida se o cavalo que pastava era o bravo,  o empacado ou que havia morrido valeu a sexta. Ah, minha mãe descobrir uma perereca no box do banheiro, bem acima da minha cabeça, depois do meu banho de 40 minutos também me causou uma sensação interessante. Não tanto quanto deve ter sido a da minha tia, quando uma outra perereca (ou a mesma, sei lá, eram todas iguais, todas as milhares que apareceram) caiu na cabeça dela, assim que ela abriu a porta da cozinha.

Sobre a pescaria, depois de descobrir que o aluguel do barquinho pra pescar no meio do lago era de cair o cu da carça, meu pai e meu tio tomaram coragem em forma de cerveja e foram pescar no pier, durante a noite. Voltaram mega empolgados com um peixe razoalvelmente digno, o que deu ânimo pra juntar as tralhas logo cedo e voltar pro pesquerê. Nem tudo estava perdido.

Pena que, depois de horas sem pescar nem mato, batendo um papo com um capiau, descobriram que ali do pier ninguém pega nada, apesar de um fiadamãe sortudo ter conseguido uma corvina na noite anterior.

No fim das contas, a maior diversão da viagem que combinou todos os nomes de filmes sobre viagem zoada da sessão da tarde (Entrando numa fria maior ainda, nessas férias muito loucas do barulho), foi brincar no “samba” do parque de diversões, durante a quermesse que rolou na noite de sábado, na terra dos Miguelitos.  Como diria Seth Cohen, eu era o Nemo e só queria voltar pra casa. Mas não sem fotos e uma singela homenagem (clique para aumentar).

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28
Apr
  Pegue na minha e balance

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Eu sou cheia das técnicas e teorias pra facilitar a minha própria vida. Algumas são pra me convencer e/ou condicionar a fazer coisas que não são fáceis, porém certas, como a Teoria do Playmobil. Já outras, pra tentar explicar e/ou não me deixar abater pelas que estão fora do meu alcance. O nome precisa vir de algum lugar imbecil, esse veio daqui.

Quem não gosta de mim, pegue na minha e balance. Pegue na mão e balance.

Ninguém é obrigado a adorar profunda e sinceramente cada cabolo desse mundo. Mas na minha visão paz e amor, é preciso ter ao menos UM motivo concreto pra não gostar de alguém. 

Mas olha só, esses dias eu falei qualquer coisa no Twitter sobre uma frase que eu curto, de uma música random. Aí, um cara me deu um reply meio grosseiro e desnecessário. Depois de algumas tentativas frustradas de conversa, eu desisti e disse pra ele que não ia insistir contra grosseria gratuita. A resposta fez a minha ficha cair:

“Não é gratuita.”

Não sei se o que ele quis dizer foi o que eu teorizei depois, mas, de qualquer forma, ele não poderia estar mais certo. Eu posso achar que não dei motivo, mas na cabeça dele, há um. O motivo pode não ser seu, mas do outro, projetado em você. E aí, nada do que você faça vai mudar essa situação. Ao contrário, qualquer tentativa pode se tornar mais um motivo.

Como aconteceu num outro episódio, quando falaram de mim em uma comunidade e eu resolvi ir lá falar pra galera “pegar na minha e balançar”. Fiquei na boa com quase todo mundo e dalí saíram algumas das pessoas com quem eu mais identifiquei nesse mundão virtual de Deus. Mas pra uma meia dúzia, nada mudou. Uma das meninas insistia que a minha atitude era apenas falsa e exagerada simpatia. Pra mim, era –  e continua sendo  -  educação e boa vontade, como meus pais me ensinaram a agir.

Na época eu fiquei bem incomodada, eu não conseguia entender como ela podia ser tão amarga e cética diante da minha abertura, mas hoje eu sei que fazê-la mudar de opinião não cabia a mim e  tudo que eu podia e posso fazer é me afastar desse tipo de energia ruim e de todo o climão que ela causa.

Sabe, durante o colegial, o prefeito inventou que era obrigatório estudar na escola mais próxima de casa e toda a minha turma foi obrigada a mudar da antiga pra uma outra, no bairro vizinho, que fica perto de uma favela. As meninas da escola ficaram putas com a “invasão” das patricinhas e começaram a inventar uma história por dia, pra dar uma coça em cada uma das meninas. 

Talvez eu tenha sido a única que não estufou o peito e disse: “então vem”. E aconteceu que uma delas chegou a me mandar ficar longe daquilo tudo, porque eu “era muito bonitinha e alí só tinha gente feia”.

O que eu sei, é que se chamar pra briga ou aceitar a provocação for sinal de coragem e superioridade, eu faço questão de continuar sendo a maior das covardes.







6
Apr
  Centavos

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Aí ontem eu estava na rodoviária de Americana, esperando pra pegar o ônibus pra Sumpaulo. Tinha acabado de comprar um suco, e, olhando pra mochila de 853 quilos, resolvi separar a grana pro metrô e deixar no bolso, pra não ter que ficar fazendo manobra pra caçar moeda.

Por conta da porcaria do suco, me faltariam cinco centavos pra pegar o metrô. Cinco míseros centavos! E por causa deles, eu ia ter que parar pra sacar grana, mais tempo com a mochila de 853 quilos nas costas. Parece babaca, mas ninguém ia me vender uma passagem de metrô por cinco centavos a menos e nem eu ia pedir cinco centavos pra comprar leite pos irmão, tio, então naquele momento aquilo me irritava pra porra.

E de repente eu me vi olhando pros lados e desejando com todas as minhas forças uma moeda de cinco centavos. E não conseguia parar de pensar em todas as vezes que eu me desfiz das pobres moedas “sem valor”.

A gente corre, corre e esquece que cada pedacinho da gente e do ambiente ao nosso redor é uma engrenagem e por mais engrenagenzinhazinha que seja, ela move alguma outra. Mas é uma mania nossa de só lembrar do dedinho do pé quando dá uma topada na quina da cômoda, só lembrar do papel higiênico quando acaba.

Pior: lembrar das pessoas por conveniência. A maior reclamação dos meus amiguinhos mudernos que entendem de computadô é o tanto de amigo que surge das trevas quando precisa de favor “oi, cara, quantotempopegueivírusmeajudaêê”.

Pior ainda: sinto dizer, mas a maioria de nós trata as pessoas mais importantes da própria vida como se fossem moedas de cinco centavos. 

Semana que vem você visita a vó. Manda um beijo de feliz aniversário pra tia pela sua mãe, afinal, o ingresso daquela festa já estava comprado faz tempo. Não sobrou grana pra visitar a prima (outra vez), mas não dava pra perder a liquidação. Mas gente, sempre tem uma outra oportunidade, eles sempre vão estar lá!

Não?

A minha irmã foi pra Americana me ver e eu tomei um açaí com ela e fui pra São Paulo porque, bem, eu precisava ir pra São Paulo. A minha sorte é que eu sou tão criativa que eu só precisei de uma moeda pra entender que da próxima vez eu preciso passar o fim de semana com ela.

Foi mal, paçoca.

(E tá aí a moeda de vocês.)







26
Mar
  Teoria do Playmobil

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Orkuteando por volta de 2006, eu dei de cara com uma comunidade que mudou a minha vida. Hipérboleamentos (agudo proposital) à parte, a parada me apresentou à teoria mais simples e eficaz ever: a Teoria do Playmobil. E depois de me perguntarem por toda a semana no MSN o que diabos é a Teoria do Playmobil,  decidi apresentá-la aos senhores e desenrolar a coisa como eu a vejo (oi?). Preparem-se, aqui vai:

“Nada do que possa acontecer vai tirar esse sorriso do meu rosto.”

Se você  não entendeu, atente para a foto do nosso querido modelo Playma acima.

Se você entendeu mas achou babaca, então aqui vamos nós.

Numa semana, recebo várias propostas de projetos absurdamente legais, combino de encontrar uma pessoa que muito me agrada, marco uma viagem, emagreço dois quilos (girl talk) e tal.

Na outra semana, o maior projeto vai pra stand by, a tal pessoa também, eu quase quebro o nariz e passo dias com dor, e, se não bastasse, no único dia que eu resolvo sair, eu encontro o ex de mãos dadas com uma mistura de lacraia com Gretchen, que rebolava ao som de tunts tunts.

Não era pra voltar pra casa e chorar toda a vida? Óbvio, e foi o que eu fiz, até desabar de cansaço.

Acordei mais inchada que baiacu com medo, mandei o espelho tomar no meio do toba dele e fui pra cozinha. Aí minha irmã chegou de São Paulo. Passei umas boas horas conversando e rindo com ela e com a minha mãe, e de repente me caiu a ficha do nível de pateticidade dos meus últimos dias.

Quando você tá mal, você se força a ficar cada vez pior. Interneticamente falando, você vai lá e coloca Hamburg Song no repeat enquanto posta uma foto com cara de cu no fotolog e fica falando sozinho no twitter, tudo isso sem abrir a janela ou acender a luz, claro, porque luz vai estragar o clima “I’m sorry, I can’t be perfect“.

Aí quem te olha de fora pensa: puta cara chato da porra.

Parabéns, agora além de patético, você é chato.

Claro que não é fácil ficar bem do nada, quando você tá (ou acha que tá) ferrado em todos os campos da tua vida, mas da próxima vez, tenta fazer um esforço e fazer alguma coisa que cause riso. Bota uma comédia, assusta a vó, vai brincar com o pet. Peixe não vale.

E agora se apegue ao que achar mais conveniente, porque as explicações vão de misticismo à ciência. Você pode simplesmente acreditar que positivo atrai positivo ou pesquisar sobre os benefícios do riso para a saúde. Fazendo o último, inclusive, você vai descobrir que o riso faz o organismo liberar serotonina. Quem mais força isso mesmo? Ah, lembrei! Os antidepressivos. Então se você se entope de alegria fabricada, podia tentar fabricá-la sozinho.

E arrume desculpas pra tudo. Azar o dele se ele tá pegando baranga, já apareceram mais três projetos novos, e tem 6 bilhões de pessoas no mundo. Tirando as mulheres, que eu ainda não cheguei nesse ponto, e filtrando mais umas paradas, eu posso chutar que existem ao menos algumas mil pessoas por quem eu ainda posso me apaixonar. Que sejam cem. Que sejam 10. Que seja uma.

Só que eu nunca vou encontrá-la enquanto estiver postando cuzice no fotolog. E ela nunca vai me amar se eu não o fizer primeiro.

Ps. Comunidade aqui.